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Publicado: 14/09/2007 | 11:08
Custo da energia elétrica vai cair
Jornal do Brasil
Ao final deste ano, os consumidores de energia elétrica terão redução média de 4,4% nas tarifas de suas contas, em relação ao fim de 2006, de acordo com simulação do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. A estimativa integra a ata da reunião da semana passada, divulgada ontem.
Na ata da reunião anterior, a previsão era de uma redução menor, de 3,6%. O colegiado de diretores do BC projeta reajuste ainda menor para a telefonia fixa, estimando aumento acumulado de 2,8% este ano, com queda em relação aos 3,3% calculados anteriormente.
De acordo com a ata do Copom, o ano terminará sem majoração nos preços da gasolina e do gás de cozinha, em que pese o preço internacional de petróleo ser fonte constante de incerteza e permanecer em um patamar de preços elevado.
Essas projeções sobre preços entram no item da ata denominado "avaliação prospectiva das tendências da inflação", ou seja, elas são importantes para que o BC calcule quais são as pressões inflacionárias que podem haver sobre o conjunto dos preços no país.
O documento do BC diz que, a despeito da "considerável incerteza inerente às previsões sobre a trajetória futura dos preços do petróleo", permanece plausível o cenário que prevê preços domésticos da gasolina inalterados no ano.
O fator contribui para a manutenção da projeção de 3,2% para o conjunto dos chamados preços administrados (combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, educação, água, saneamento, transporte coletivo urbano e outros).
Essa projeção está, porém, acima das expectativas dos analistas financeiros que todas as sextas-feiras são pesquisados pelo BC sobre tendências do mercado. Essa pesquisa, divulgada toda segunda-feira no Boletim Focus, estima reajustes acumulados de 2,5% neste ano e de 3,5% no ano que vem - também abaixo da simulação do Copom para 2008, que prevê aumentos de 4,5%.
O conjunto dos preços administrados corresponde a 31% em média do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve de parâmetro para a trajetória de metas de inflação e orienta as decisões do Banco Central sobre a taxa básica de juros da economia, a Selic.
Porém, o risco de inflação pela escassez de oferta existe, mas dependerá da taxa de investimento
Projeções do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) apontam para uma taxa de investimento de 19,3% do Produto Interno Bruto (PIB) no ano que vem e de 21,1% em 2009, afirmou ontem o presidente do banco, Luciano Coutinho.
A previsão é de que neste ano a taxa de investimento fique em 17,6% do PIB. No segundo trimestre, a taxa de investimento ficou em 17,7% do PIB. A projeção do BNDES tem base nos pedidos de financiamento feitos aos bancos por 60% da indústria de transformação.
Jornal do Brasil
Ao final deste ano, os consumidores de energia elétrica terão redução média de 4,4% nas tarifas de suas contas, em relação ao fim de 2006, de acordo com simulação do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. A estimativa integra a ata da reunião da semana passada, divulgada ontem.
Na ata da reunião anterior, a previsão era de uma redução menor, de 3,6%. O colegiado de diretores do BC projeta reajuste ainda menor para a telefonia fixa, estimando aumento acumulado de 2,8% este ano, com queda em relação aos 3,3% calculados anteriormente.
De acordo com a ata do Copom, o ano terminará sem majoração nos preços da gasolina e do gás de cozinha, em que pese o preço internacional de petróleo ser fonte constante de incerteza e permanecer em um patamar de preços elevado.
Essas projeções sobre preços entram no item da ata denominado "avaliação prospectiva das tendências da inflação", ou seja, elas são importantes para que o BC calcule quais são as pressões inflacionárias que podem haver sobre o conjunto dos preços no país.
O documento do BC diz que, a despeito da "considerável incerteza inerente às previsões sobre a trajetória futura dos preços do petróleo", permanece plausível o cenário que prevê preços domésticos da gasolina inalterados no ano.
O fator contribui para a manutenção da projeção de 3,2% para o conjunto dos chamados preços administrados (combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, educação, água, saneamento, transporte coletivo urbano e outros).
Essa projeção está, porém, acima das expectativas dos analistas financeiros que todas as sextas-feiras são pesquisados pelo BC sobre tendências do mercado. Essa pesquisa, divulgada toda segunda-feira no Boletim Focus, estima reajustes acumulados de 2,5% neste ano e de 3,5% no ano que vem - também abaixo da simulação do Copom para 2008, que prevê aumentos de 4,5%.
O conjunto dos preços administrados corresponde a 31% em média do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve de parâmetro para a trajetória de metas de inflação e orienta as decisões do Banco Central sobre a taxa básica de juros da economia, a Selic.
Porém, o risco de inflação pela escassez de oferta existe, mas dependerá da taxa de investimento
Projeções do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) apontam para uma taxa de investimento de 19,3% do Produto Interno Bruto (PIB) no ano que vem e de 21,1% em 2009, afirmou ontem o presidente do banco, Luciano Coutinho.
A previsão é de que neste ano a taxa de investimento fique em 17,6% do PIB. No segundo trimestre, a taxa de investimento ficou em 17,7% do PIB. A projeção do BNDES tem base nos pedidos de financiamento feitos aos bancos por 60% da indústria de transformação.