antigas
Publicado: 17/10/2007 | 09:56
Brasil é 12º lugar em investimento no exterior
Correio Braziliense
O Brasil encerrou o ano de 2006 como 12º maior investidor no mundo, superando as tradicionais Suécia e Holanda, além de Rússia e China. A posição foi obtida em grande parte graças à compra da canadense Inco pela Companhia Vale do Rio Doce. Segundo o relatório anual das Nações Unidas (ONU) sobre investimentos, o Brasil vive uma fase de internacionalização de suas empresas, ainda que nenhuma delas faça parte das 100 maiores multinacionais do mundo e apenas três estejam entre as 100 maiores dos países emergentes.
Uma das estratégias das empresas brasileiras é se aproximar dos mercados consumidores, como a fabricante de carrocerias de ônibus Marcopolo, que está na China, no México e em outros países. Em 2006, os investimentos do Brasil no mundo somaram US$ 28 bilhões. A compra da Inco pela Vale inflacionou o cálculo em US$ 17 bilhões. Se a compra da Inco foi a maior aquisição já feita por uma empresa latino-americana, o levantamento destaca a atividade cada vez mais agressiva no exterior de empresas como a Camargo Correa, Marcopolo, Votorantim, Odebrecht, Weg, Gerdau, e Itaú.
Segundo o documento da ONU, a estratégia brasileira de comprar empresas no exterior ainda é uma forma de o setor privado se consolidar e evitar ser comprado. Um dos principais destaques no processo de internacionalização é a Petrobras, 17ª maior produtora de petróleo em 2005 em termos de quantidade de barris. Entre as maiores multinacionais dos países emergentes, a Petrobras ainda está na 13ª posição. A Vale do Rio Doce ocupa a 18ª posição, com 4,4% da produção mundial de minério. Outra empresa brasileira entre as 100 maiores dos países emergentes é a Gerdau, na 33ª colocação.
O maior investidor no mundo foi os Estados Unidos, com US$ 217 bilhões, seguido pela França, com US$ 115 bilhões, e a Espanha, com US$ 90 bilhões. Juntos, os países ricos investiram quase US$ 1 trilhão, 45% mais que em 2005.
Correio Braziliense
O Brasil encerrou o ano de 2006 como 12º maior investidor no mundo, superando as tradicionais Suécia e Holanda, além de Rússia e China. A posição foi obtida em grande parte graças à compra da canadense Inco pela Companhia Vale do Rio Doce. Segundo o relatório anual das Nações Unidas (ONU) sobre investimentos, o Brasil vive uma fase de internacionalização de suas empresas, ainda que nenhuma delas faça parte das 100 maiores multinacionais do mundo e apenas três estejam entre as 100 maiores dos países emergentes.
Uma das estratégias das empresas brasileiras é se aproximar dos mercados consumidores, como a fabricante de carrocerias de ônibus Marcopolo, que está na China, no México e em outros países. Em 2006, os investimentos do Brasil no mundo somaram US$ 28 bilhões. A compra da Inco pela Vale inflacionou o cálculo em US$ 17 bilhões. Se a compra da Inco foi a maior aquisição já feita por uma empresa latino-americana, o levantamento destaca a atividade cada vez mais agressiva no exterior de empresas como a Camargo Correa, Marcopolo, Votorantim, Odebrecht, Weg, Gerdau, e Itaú.
Segundo o documento da ONU, a estratégia brasileira de comprar empresas no exterior ainda é uma forma de o setor privado se consolidar e evitar ser comprado. Um dos principais destaques no processo de internacionalização é a Petrobras, 17ª maior produtora de petróleo em 2005 em termos de quantidade de barris. Entre as maiores multinacionais dos países emergentes, a Petrobras ainda está na 13ª posição. A Vale do Rio Doce ocupa a 18ª posição, com 4,4% da produção mundial de minério. Outra empresa brasileira entre as 100 maiores dos países emergentes é a Gerdau, na 33ª colocação.
O maior investidor no mundo foi os Estados Unidos, com US$ 217 bilhões, seguido pela França, com US$ 115 bilhões, e a Espanha, com US$ 90 bilhões. Juntos, os países ricos investiram quase US$ 1 trilhão, 45% mais que em 2005.