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Publicado: 27/11/2007 | 09:55
Leilão da folha do INSS não tem acordo
Folha de S. Paulo
O ministro da Previdência, Luiz Marinho, não conseguiu convencer os representantes dos bancos sobre o leilão da folha de pagamento dos 25 milhões de beneficiários do INSS. Marinho se reuniu com o presidente da Febraban (Federação dos Bancos) e com representantes de Bradesco, Santander, Itaú e Caixa Econômica Federal.
O superintendente de Comunicação da Febraban, William Salasar, disse que os banqueiros apresentaram propostas para reduzir o custo da folha. O governo paga R$ 250 milhões por ano a 23 bancos.
Ele diz que "não dá para precificar o valor da folha" porque cada banco tem um custo para a "carteira de 25 milhões de pagamentos" no país.
O ministro da Previdência, Luiz Marinho, não conseguiu convencer os representantes dos bancos sobre o leilão da folha de pagamento dos 25 milhões de beneficiários do INSS. Marinho se reuniu com o presidente da Febraban (Federação dos Bancos) e com representantes de Bradesco, Santander, Itaú e Caixa Econômica Federal.
O superintendente de Comunicação da Febraban, William Salasar, disse que os banqueiros apresentaram propostas para reduzir o custo da folha. O governo paga R$ 250 milhões por ano a 23 bancos.
Ele diz que "não dá para precificar o valor da folha" porque cada banco tem um custo para a "carteira de 25 milhões de pagamentos" no país.
Folha de S. Paulo
O ministro da Previdência, Luiz Marinho, não conseguiu convencer os representantes dos bancos sobre o leilão da folha de pagamento dos 25 milhões de beneficiários do INSS. Marinho se reuniu com o presidente da Febraban (Federação dos Bancos) e com representantes de Bradesco, Santander, Itaú e Caixa Econômica Federal.
O superintendente de Comunicação da Febraban, William Salasar, disse que os banqueiros apresentaram propostas para reduzir o custo da folha. O governo paga R$ 250 milhões por ano a 23 bancos.
Ele diz que "não dá para precificar o valor da folha" porque cada banco tem um custo para a "carteira de 25 milhões de pagamentos" no país.
O ministro da Previdência, Luiz Marinho, não conseguiu convencer os representantes dos bancos sobre o leilão da folha de pagamento dos 25 milhões de beneficiários do INSS. Marinho se reuniu com o presidente da Febraban (Federação dos Bancos) e com representantes de Bradesco, Santander, Itaú e Caixa Econômica Federal.
O superintendente de Comunicação da Febraban, William Salasar, disse que os banqueiros apresentaram propostas para reduzir o custo da folha. O governo paga R$ 250 milhões por ano a 23 bancos.
Ele diz que "não dá para precificar o valor da folha" porque cada banco tem um custo para a "carteira de 25 milhões de pagamentos" no país.