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Publicado: 17/12/2007 | 09:18
Deputados prestam depoimentos hoje
Correio Braziliense
Começam hoje os depoimentos dos deputados federais acusados de participação no mensalão. O ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP) deverá ser interrogado pela manhã na 10ª Vara da Justiça Federal. À tarde será a vez do ex-presidente nacional do PT José Genoino (PT-SP). Os interrogatórios prosseguem amanhã com a intimação dos deputados Pedro Henry (PP-MT), Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Paulo Rocha (PT-BA), também em Brasília.
Todos os depoimentos serão realizados por juízes federais por incumbência do relator da ação penal do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, para acelerar o andamento do processo e facilitar a participação dos réus. Enquanto o STF estiver de recesso, vários denunciados serão interrogados, como o ex-ministro chefe da Casa Civil José Dirceu, que será ouvido em São Paulo no dia 24 de janeiro. Nessa mesma data, também na capital paulista, o ex-secretário-geral do PT Sílvio Pereira deverá comparecer a uma vara da Justiça Federal.
O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares será interrogado na véspera, 23 de janeiro, em São Paulo. O publicitário Duda Mendonça e sua sócia Zilmar Fernandes Silveira prestarão depoimento em Salvador, no dia 16 de janeiro. O responsável pela denúncia de existência de um suposto esquema de pagamento de mesadas em troca de apoio ao governo no Congresso, o ex-deputado Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB, será ouvido no Rio de Janeiro, onde mora, depois do Carnaval, no dia 12 de fevereiro.
Um dos depoimentos agendados pela Justiça Federal, o de Pedro Henry, pode ser remarcado. É que na semana passada, o deputado pediu formalmente a Joaquim Barbosa para exercer sua prerrogativa como parlamentar de marcar data e o local para o interrogatório. Barbosa terá de se pronunciar. Os ministros negaram por unanimidade pedido feito por nove réus para que fossem ouvidos diretamente pelo relator do processo no Supremo, em vez de prestar depoimento a juízes federais. Um dos pedidos partiu de Genoino. “Não vislumbro qualquer ilegalidade ou inconstitucionalidade na delegação dos interrogatórios, de modo que, por razões de ordem prática, faço uso dessa faculdade legal, que encontra eco em decisões idênticas de outros ministros da Corte”, afirmou Joaquim Barbosa na decisão.
O número
Réus
40
pessoas foram
denunciadas ao STF por suposto envolvimento no esquema do mensalão.
Correio Braziliense
Começam hoje os depoimentos dos deputados federais acusados de participação no mensalão. O ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP) deverá ser interrogado pela manhã na 10ª Vara da Justiça Federal. À tarde será a vez do ex-presidente nacional do PT José Genoino (PT-SP). Os interrogatórios prosseguem amanhã com a intimação dos deputados Pedro Henry (PP-MT), Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Paulo Rocha (PT-BA), também em Brasília.
Todos os depoimentos serão realizados por juízes federais por incumbência do relator da ação penal do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, para acelerar o andamento do processo e facilitar a participação dos réus. Enquanto o STF estiver de recesso, vários denunciados serão interrogados, como o ex-ministro chefe da Casa Civil José Dirceu, que será ouvido em São Paulo no dia 24 de janeiro. Nessa mesma data, também na capital paulista, o ex-secretário-geral do PT Sílvio Pereira deverá comparecer a uma vara da Justiça Federal.
O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares será interrogado na véspera, 23 de janeiro, em São Paulo. O publicitário Duda Mendonça e sua sócia Zilmar Fernandes Silveira prestarão depoimento em Salvador, no dia 16 de janeiro. O responsável pela denúncia de existência de um suposto esquema de pagamento de mesadas em troca de apoio ao governo no Congresso, o ex-deputado Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB, será ouvido no Rio de Janeiro, onde mora, depois do Carnaval, no dia 12 de fevereiro.
Um dos depoimentos agendados pela Justiça Federal, o de Pedro Henry, pode ser remarcado. É que na semana passada, o deputado pediu formalmente a Joaquim Barbosa para exercer sua prerrogativa como parlamentar de marcar data e o local para o interrogatório. Barbosa terá de se pronunciar. Os ministros negaram por unanimidade pedido feito por nove réus para que fossem ouvidos diretamente pelo relator do processo no Supremo, em vez de prestar depoimento a juízes federais. Um dos pedidos partiu de Genoino. “Não vislumbro qualquer ilegalidade ou inconstitucionalidade na delegação dos interrogatórios, de modo que, por razões de ordem prática, faço uso dessa faculdade legal, que encontra eco em decisões idênticas de outros ministros da Corte”, afirmou Joaquim Barbosa na decisão.
O número
Réus
40
pessoas foram
denunciadas ao STF por suposto envolvimento no esquema do mensalão.