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Publicado: 3/09/2008 | 10:43
Greve em presídio federal no MS começa nesta quinta-feira
Os agentes de segurança do Presídio Federal de Campo Grande (MS) começam, nesta quinta-feira (4), greve por tempo indeterminado. A informação é do presidente do sindicato da categoria, Yuri Carvalho, alegando que não houve sinalização do Governo para discutir a elaboração de um plano de cargos e carreira.
A decisão foi adotada durante assembléia entre os agentes, realizada na última segunda-feira (1º), quando a categoria decidiu dar início ao movimento a partir de 8 horas desta quinta-feira.
São 200 agentes que trabalham na penitenciária e, desse contingente, 100 ficarão do lado de fora do complexo presidiário protestando. As visitas de familiares e de advogados ficarão suspensas, além do banho de sol e escolta.
Eles reclamam contra o aumento na carga horária de 176 horas para 192 horas, pago em forma de gratificação. Segundo Carvalho, a categoria quer que seja regulamentado como subsídio. Outra questão ainda não resolvida, motivo da paralisação em maio deste ano, é a redução de 60% nos salários por força de medida provisória.
fonte: diap
Os agentes de segurança do Presídio Federal de Campo Grande (MS) começam, nesta quinta-feira (4), greve por tempo indeterminado. A informação é do presidente do sindicato da categoria, Yuri Carvalho, alegando que não houve sinalização do Governo para discutir a elaboração de um plano de cargos e carreira.
A decisão foi adotada durante assembléia entre os agentes, realizada na última segunda-feira (1º), quando a categoria decidiu dar início ao movimento a partir de 8 horas desta quinta-feira.
São 200 agentes que trabalham na penitenciária e, desse contingente, 100 ficarão do lado de fora do complexo presidiário protestando. As visitas de familiares e de advogados ficarão suspensas, além do banho de sol e escolta.
Eles reclamam contra o aumento na carga horária de 176 horas para 192 horas, pago em forma de gratificação. Segundo Carvalho, a categoria quer que seja regulamentado como subsídio. Outra questão ainda não resolvida, motivo da paralisação em maio deste ano, é a redução de 60% nos salários por força de medida provisória.
fonte: diap