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Publicado: 18/11/2008 | 11:35
Câmara reajusta tíquete
Jornal de Brasília
A Câmara dos Deputados reajustou em R$ 36,80 o valor mensal do tíquete-refeição pago aos servidores da Casa, impacto de R$ 6,4 milhões por ano. Caso a elevação do benefício seja estendida ao Senado e ao Tribunal de Contas da União (TCU), como ocorre tradicionalmente, o impacto será de R$ 10,3 milhões. Na Câmara, os 14.650 servidores vão receber um reajuste 6,12%, passando de R$ 601,20 para R$ 638. O pagamento é feito em dinheiro e já vem no contracheque deste mês. De acordo com o Departamento Financeiro, o novo valor deveria ser R$ 760, caso fosse aplicado o índice de reposição previsto em lei. Mas, como não havia recursos para bancar o reajuste pretendido, o valor equivalente a um talão, com 22 tíquetes, ficou em R$ 638, ou R$ 29 por dia útil. O valor é o mesmo pago, em média, aos servidores do Poder Judiciário. Enquanto isso, no Executivo Federal, um servidor ganha, para se alimentar no dias úteis do mês, entre R$ 143 e R$ 160, dependendo do órgão. No GDF, o valor mensal do benefício é R$ 198, mas a contrapartida do funcionário chega até 50% desse valor.
Contra a terceirização na AGU
A União Nacional dos Advogados Federais (Unafe) e a Associação Nacional dos Advogados da União (Anauni) denunciaram ao Ministério Público do Trabalho a existência de advogados da União contratados por meio de terceirização, cargos em comissão e contratos temporários. Em audiência com o Procurador do Trabalho da 10ª Região Sebastião Vieira Caixeta, o diretor da Unafe, Julio Cesar de Melo Borges, afirmou que as entidades ajuizaram ação para conter as contratações irregulares. “Entramos com a ação civil pública em conseqüência da crescente terceirização das atividades da advocacia pública federal”, afirmou. “Obtivemos liminar que suspendeu processos seletivos simplificados em curso, para atividades exclusivas dos integrantes da AGU”, completou.
Jornal de Brasília
A Câmara dos Deputados reajustou em R$ 36,80 o valor mensal do tíquete-refeição pago aos servidores da Casa, impacto de R$ 6,4 milhões por ano. Caso a elevação do benefício seja estendida ao Senado e ao Tribunal de Contas da União (TCU), como ocorre tradicionalmente, o impacto será de R$ 10,3 milhões. Na Câmara, os 14.650 servidores vão receber um reajuste 6,12%, passando de R$ 601,20 para R$ 638. O pagamento é feito em dinheiro e já vem no contracheque deste mês. De acordo com o Departamento Financeiro, o novo valor deveria ser R$ 760, caso fosse aplicado o índice de reposição previsto em lei. Mas, como não havia recursos para bancar o reajuste pretendido, o valor equivalente a um talão, com 22 tíquetes, ficou em R$ 638, ou R$ 29 por dia útil. O valor é o mesmo pago, em média, aos servidores do Poder Judiciário. Enquanto isso, no Executivo Federal, um servidor ganha, para se alimentar no dias úteis do mês, entre R$ 143 e R$ 160, dependendo do órgão. No GDF, o valor mensal do benefício é R$ 198, mas a contrapartida do funcionário chega até 50% desse valor.
Contra a terceirização na AGU
A União Nacional dos Advogados Federais (Unafe) e a Associação Nacional dos Advogados da União (Anauni) denunciaram ao Ministério Público do Trabalho a existência de advogados da União contratados por meio de terceirização, cargos em comissão e contratos temporários. Em audiência com o Procurador do Trabalho da 10ª Região Sebastião Vieira Caixeta, o diretor da Unafe, Julio Cesar de Melo Borges, afirmou que as entidades ajuizaram ação para conter as contratações irregulares. “Entramos com a ação civil pública em conseqüência da crescente terceirização das atividades da advocacia pública federal”, afirmou. “Obtivemos liminar que suspendeu processos seletivos simplificados em curso, para atividades exclusivas dos integrantes da AGU”, completou.