antigas Publicado: 13/01/2009 | 09:48

Defesa do emprego e combate aos juros unifica pauta sindical e empresarial

 Seg, 12 de Janeiro de 2009 17:08

Capital e trabalho unem-se pela produção, por emprego e contra os juros altos

A reunião na manhã da última sexta-feira (9), entre dirigentes da Força Sindical e o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, sinaliza uma ruptura. E ruptura com setores empresariais que vinham defendendo o corte de direitos trabalhistas como única forma de redução dos custos e combate à crise.

O encontro da sexta, reunindo o empresário Paulo Skaff e um grupo de presidentes de entidades ligadas à Força, mostra que a crise pode ser enfrentada sem o sacrifício dos trabalhadores. Participaram da reunião dirigentes sindicais do setor metalúrgico, vestuário, químico, construção civil, indústria alimentícia e da borracha.

Segundo o presidente da Força, deputdo Paulo Pereira da Silva (PDT/SP) (Paulinho), o objetivo é chegar a um consenso em prol da manutenção dos empregos. "Precisamos debater alternativas para enfrentar as demissões e a atitude mais indicada é a negociação para manter os empregos", disse.

Direitos
O entendimento entre Força e Skaff parte de um ponto zero. E esse ponto é o respeito aos direitos e garantias dos trabalhadores como condição básica para o diálogo entre capital e trabalho. O segundo ponto é a indicação de um esforço coletivo em defesa do emprego. Há, ainda, um terceiro vetor, que é a redução da taxa de juros.

Nesse ponto, há um consenso entre capital e trabalho. O movimento sindical, aliás, já indica o dia 21 de janeiro como data nacional de combate ao Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) e pela redução dos juros.

Mobilização
Dia 21 de janeiro fica marcada como data unificada de luta contra os altos juros praticados pelo Banco Central. Haverá manifestações em todo o Brasil!

Quanto às negociações entre Fiesp e Força Sindical, as discussões serão retomadas nesta terça-feira (13). Desta vez, a reunião deve incluir a participação de representantes do Ministério e da Justiça do Trabalho, além da indústria e demais sindicatos. (Fonte: Agência Sindical)

 Seg, 12 de Janeiro de 2009 17:08

Capital e trabalho unem-se pela produção, por emprego e contra os juros altos

A reunião na manhã da última sexta-feira (9), entre dirigentes da Força Sindical e o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, sinaliza uma ruptura. E ruptura com setores empresariais que vinham defendendo o corte de direitos trabalhistas como única forma de redução dos custos e combate à crise.

O encontro da sexta, reunindo o empresário Paulo Skaff e um grupo de presidentes de entidades ligadas à Força, mostra que a crise pode ser enfrentada sem o sacrifício dos trabalhadores. Participaram da reunião dirigentes sindicais do setor metalúrgico, vestuário, químico, construção civil, indústria alimentícia e da borracha.

Segundo o presidente da Força, deputdo Paulo Pereira da Silva (PDT/SP) (Paulinho), o objetivo é chegar a um consenso em prol da manutenção dos empregos. "Precisamos debater alternativas para enfrentar as demissões e a atitude mais indicada é a negociação para manter os empregos", disse.

Direitos
O entendimento entre Força e Skaff parte de um ponto zero. E esse ponto é o respeito aos direitos e garantias dos trabalhadores como condição básica para o diálogo entre capital e trabalho. O segundo ponto é a indicação de um esforço coletivo em defesa do emprego. Há, ainda, um terceiro vetor, que é a redução da taxa de juros.

Nesse ponto, há um consenso entre capital e trabalho. O movimento sindical, aliás, já indica o dia 21 de janeiro como data nacional de combate ao Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) e pela redução dos juros.

Mobilização
Dia 21 de janeiro fica marcada como data unificada de luta contra os altos juros praticados pelo Banco Central. Haverá manifestações em todo o Brasil!

Quanto às negociações entre Fiesp e Força Sindical, as discussões serão retomadas nesta terça-feira (13). Desta vez, a reunião deve incluir a participação de representantes do Ministério e da Justiça do Trabalho, além da indústria e demais sindicatos. (Fonte: Agência Sindical)