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Publicado: 20/01/2009 | 10:26
Contra a crise, CUT propõe redução de juros e de impostos
| Seg, 19 de Janeiro de 2009 21:52 |
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Uma redução ousada da taxa básica de juros (Selic) e um corte coordenado de impostos são duas das propostas de combate à crise financeira que representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) levaram nesta segunda-feira (19) ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em reunião que aconteceu hoje à tarde em Brasília. A informação foi dada pelo presidente nacional da central sindical, Artur Henrique, em entrevista coletiva em São Paulo. "Vamos levar a discussão histórica que a CUT vem desenvolvendo sobre a redução da taxa de juros", disse Artur, além de debater com a executiva da central os efeitos da crise internacional sobre a economia brasileira. "A cada ponto percentual de queda na taxa, você tem R$ 15 bilhões a mais disponíveis para desenvolver a produção no País". Artur afirmou, entretanto, que só a redução dos juros não basta. A CUT vai propor medidas para a queda dos juros cobrados pelos bancos e para uma melhor distribuição do crédito já disponível no mercado. A central pedirá também uma desoneração fiscal coordenada entre governos federal, estaduais e municipais dos setores mais afetados pela crise. "O ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) corresponde a 26% ou a 27% de toda a arrecadação de impostos no país e é um imposto estadual." De acordo com a proposta da CUT, empresas beneficiadas com as medidas teriam que garantir a manutenção dos empregos de seus funcionários. A central vai propor ainda uma suspensão temporária do superávit primário; mais investimentos do Banco do Brasil no mercado de veículos usados; manutenção de investimentos de outras empresas estatais, como Petrobras e Eletrobrás; e a garantia de aumento real do salário mínimo, como havia sido acordado com as centrais. "Nossas propostas estão focadas na manutenção de emprego e geração de renda", afirmou Artur. "Quarenta milhões de brasileiros dependem do salário mínimo. Uma elevação injeta recursos na economia e possibilita a continuidade do consumo". (Fonte: DIAP) |
| Seg, 19 de Janeiro de 2009 21:52 |
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Uma redução ousada da taxa básica de juros (Selic) e um corte coordenado de impostos são duas das propostas de combate à crise financeira que representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) levaram nesta segunda-feira (19) ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em reunião que aconteceu hoje à tarde em Brasília. A informação foi dada pelo presidente nacional da central sindical, Artur Henrique, em entrevista coletiva em São Paulo. "Vamos levar a discussão histórica que a CUT vem desenvolvendo sobre a redução da taxa de juros", disse Artur, além de debater com a executiva da central os efeitos da crise internacional sobre a economia brasileira. "A cada ponto percentual de queda na taxa, você tem R$ 15 bilhões a mais disponíveis para desenvolver a produção no País". Artur afirmou, entretanto, que só a redução dos juros não basta. A CUT vai propor medidas para a queda dos juros cobrados pelos bancos e para uma melhor distribuição do crédito já disponível no mercado. A central pedirá também uma desoneração fiscal coordenada entre governos federal, estaduais e municipais dos setores mais afetados pela crise. "O ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) corresponde a 26% ou a 27% de toda a arrecadação de impostos no país e é um imposto estadual." De acordo com a proposta da CUT, empresas beneficiadas com as medidas teriam que garantir a manutenção dos empregos de seus funcionários. A central vai propor ainda uma suspensão temporária do superávit primário; mais investimentos do Banco do Brasil no mercado de veículos usados; manutenção de investimentos de outras empresas estatais, como Petrobras e Eletrobrás; e a garantia de aumento real do salário mínimo, como havia sido acordado com as centrais. "Nossas propostas estão focadas na manutenção de emprego e geração de renda", afirmou Artur. "Quarenta milhões de brasileiros dependem do salário mínimo. Uma elevação injeta recursos na economia e possibilita a continuidade do consumo". (Fonte: DIAP) |