antigas
Publicado: 22/01/2009 | 10:32
Manifestações em todo o país pedem o corte de juros
|
Cerca de 200 manifestantes de centrais sindicais de trabalhadores protestaram na manhã desta quarta-feira (21/01) em frente à sede do Banco Central, em Brasília, a favor de um “corte drástico” nos juros. A manutenção da taxa de 13,75% ao ano será decidida à noite, durante reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).
O presidente regional da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) para o Distrito Federal e entorno, Waldyr Ferreira, disse que o Banco Central pratica "uma política de capachismo a serviço das grandes corporações internacionais" e acentuou que a instituição "não executa uma política condizente com o que o presidente Lula prega". A manifestação em frente ao BC envolveu faixas que faziam desafios à quebra de juros ou a saída do presidente do Banco Central do cargo, pensamento que foi insistido nos discursos da maioria dos sindicalistas que falaram sobre o carro de som, que tocava músicas de carnaval, com o lema "O Carnaval do Juro Baixo". Um manifestante usava uma mascara do ministro da Fazenda, Guido Mantega com os dizeres: "Desemprego? Não estou sabendo! Estava de férias".
Os manifestantes, bancários, metalúrgicos, trabalhadores do setor hoteleiro, vigilantes saíram de três pontos da São Paulo em direção ao maior centro financeiro do país. Segundo a Polícia Militar, cerca de mil pessoas se reuniram em frente ao prédio do Banco Central, na avenida paulista.
|
|
|
Cerca de 200 manifestantes de centrais sindicais de trabalhadores protestaram na manhã desta quarta-feira (21/01) em frente à sede do Banco Central, em Brasília, a favor de um “corte drástico” nos juros. A manutenção da taxa de 13,75% ao ano será decidida à noite, durante reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).
O presidente regional da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) para o Distrito Federal e entorno, Waldyr Ferreira, disse que o Banco Central pratica "uma política de capachismo a serviço das grandes corporações internacionais" e acentuou que a instituição "não executa uma política condizente com o que o presidente Lula prega". A manifestação em frente ao BC envolveu faixas que faziam desafios à quebra de juros ou a saída do presidente do Banco Central do cargo, pensamento que foi insistido nos discursos da maioria dos sindicalistas que falaram sobre o carro de som, que tocava músicas de carnaval, com o lema "O Carnaval do Juro Baixo". Um manifestante usava uma mascara do ministro da Fazenda, Guido Mantega com os dizeres: "Desemprego? Não estou sabendo! Estava de férias".
Os manifestantes, bancários, metalúrgicos, trabalhadores do setor hoteleiro, vigilantes saíram de três pontos da São Paulo em direção ao maior centro financeiro do país. Segundo a Polícia Militar, cerca de mil pessoas se reuniram em frente ao prédio do Banco Central, na avenida paulista.
|
|
