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Publicado: 4/02/2009 | 10:13
TST elege Milton de Moura França presidente para biênio 2009-2010
| Ter, 03 de Fevereiro de 2009 13:50 |
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Em sessão encerrada há pouco, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) elegeu a nova direção para o biênio 2009/2010. O próximo presidente da Corte será o ministro Milton de Moura França, eleito por unanimidade pelos 27 ministros que compõem a Justiça trabalhista. Para a vice-presidência foi eleito o ministro João Oreste Dalazen, e, para a Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho, o ministro Carlos Alberto Reis de Paula. A eleição observou a tradição do TST de seguir, para os cargos de direção, a ordem de antiguidade. A nova direção tomará posse no dia 2 de março. Ao proclamar o resultado, o presidente do Tribunal, ministro Rider Nogueira de Brito, destacou ser esta a primeira vez que o Tribunal elege nova direção com sua composição plena – ampliada de 17 para 27 ministros pela Emenda Constitucional 45/2004 (Reforma do Judiciário), esta composição só foi atingida em 2007. O ministro Rider saudou a “demonstração de maturidade e de sabedoria” do Tribunal, ao promover a alternância do poder em respeito à experiência dos magistrados. Compromisso O ministro anunciou que pretende dar continuidade aos esforços que vêm sendo desenvolvidos pelo TST no sentido de aumentar sua produtividade (que fechou 2007 com 45% a mais no número de processos julgados) e, sobretudo, buscará estimular os mecanismos extrajudiciais de composição e solução de conflitos. Balanço do TST “Fizemos a nossa parte, e bem feita, e demos o melhor de nossos esforços”, afirmou. “Mas precisamos também deixar de conceber métodos e meios de julgar mais rápido, para que possamos também julgar melhor.” A preocupação deve-se, sobretudo, à crescente demanda da sociedade. “Hoje, ao abrir o ano no Supremo Tribunal Federal, o ministro Gilmar Mendes chamou a atenção para o excesso de litigiosidade no Brasil”, disse o presidente do TST. “É preciso que os problemas da sociedade brasileira não tenham todos de ir parar no Judiciário, é preciso desenvolver meios para evitar isso, pois não podemos crescer indefinidamente, em número de magistrados e de servidores, ainda que contemos com a grande evolução das ferramentas de informática.” (Fonte: TST) |
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Em sessão encerrada há pouco, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) elegeu a nova direção para o biênio 2009/2010. O próximo presidente da Corte será o ministro Milton de Moura França, eleito por unanimidade pelos 27 ministros que compõem a Justiça trabalhista. Para a vice-presidência foi eleito o ministro João Oreste Dalazen, e, para a Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho, o ministro Carlos Alberto Reis de Paula. A eleição observou a tradição do TST de seguir, para os cargos de direção, a ordem de antiguidade. A nova direção tomará posse no dia 2 de março. Ao proclamar o resultado, o presidente do Tribunal, ministro Rider Nogueira de Brito, destacou ser esta a primeira vez que o Tribunal elege nova direção com sua composição plena – ampliada de 17 para 27 ministros pela Emenda Constitucional 45/2004 (Reforma do Judiciário), esta composição só foi atingida em 2007. O ministro Rider saudou a “demonstração de maturidade e de sabedoria” do Tribunal, ao promover a alternância do poder em respeito à experiência dos magistrados. Compromisso O ministro anunciou que pretende dar continuidade aos esforços que vêm sendo desenvolvidos pelo TST no sentido de aumentar sua produtividade (que fechou 2007 com 45% a mais no número de processos julgados) e, sobretudo, buscará estimular os mecanismos extrajudiciais de composição e solução de conflitos. Balanço do TST “Fizemos a nossa parte, e bem feita, e demos o melhor de nossos esforços”, afirmou. “Mas precisamos também deixar de conceber métodos e meios de julgar mais rápido, para que possamos também julgar melhor.” A preocupação deve-se, sobretudo, à crescente demanda da sociedade. “Hoje, ao abrir o ano no Supremo Tribunal Federal, o ministro Gilmar Mendes chamou a atenção para o excesso de litigiosidade no Brasil”, disse o presidente do TST. “É preciso que os problemas da sociedade brasileira não tenham todos de ir parar no Judiciário, é preciso desenvolver meios para evitar isso, pois não podemos crescer indefinidamente, em número de magistrados e de servidores, ainda que contemos com a grande evolução das ferramentas de informática.” (Fonte: TST) |