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Publicado: 1/04/2009 | 10:31
Eleições 2010: 50% votariam no candidato de Lula, diz pesquisa CNT
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve o seu poder de transferência de votos à ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) na corrida pela sucessão presidencial em 2010, apesar da queda de sua popularidade em março, como revela pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta segunda-feira (30).
Segundo a pesquisa, 50,1% dos eleitores votariam no candidato apoiado por Lula. Em dezembro, eram 44,5%. Entre os eleitores que confiam na escolha do presidente, 21,5% responderam que o candidato de Lula seria o único em que votariam. Outros 28,6% poderiam votar no apoiado por Lula. A pesquisa mostra que 20,3% não votariam em quem tem o apoio do presidente, contra 25,9% que votariam só se conhecessem o candidato. Em janeiro, eram 34% os que votariam no candidato de Lula apenas se conhecessem seu nome. "A população começa a tomar partido. Aumenta o poder de transferência física de Lula. A avaliação do presidente, apesar de ter sofrido queda, é muito forte", disse o diretor do instituto Sensus, Ricardo Guedes. A pesquisa mostra uma reação de Dilma, que pela primeira vez aparece na frente do governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), na pesquisa espontânea -em que os nomes não são apresentados aos eleitores. Dilma também venceria o tucano num eventual segundo turno, mas perderia se o candidato da oposição fosse o governador de São Paulo, José Serra (PSDB). A avaliação do Governo registrou queda em março, segundo a pesquisa. A avaliação positiva caiu de 72,5% em janeiro para 62,4%. A avaliação pessoal de Lula também caiu em março, após registrar a melhor avaliação histórica da pesquisa em janeiro deste ano. O índice caiu de 84% em janeiro para 76,2%. Os índices atuais são o resultado do impacto da crise financeira mundial que já atingiu a economia real brasileira. Este é um dado. Outro relevante, é que se o Executivo conseguir debelar a crise, que não será fácil, ou transitar por ela com os menores efeitos para os assalariados, os índices de popularidade de Lula e do Governo certamente voltarão a patamares de antes da crise. Clique aqui e leia a íntegra dos resultados da pesquisa
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve o seu poder de transferência de votos à ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) na corrida pela sucessão presidencial em 2010, apesar da queda de sua popularidade em março, como revela pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta segunda-feira (30).
Segundo a pesquisa, 50,1% dos eleitores votariam no candidato apoiado por Lula. Em dezembro, eram 44,5%. Entre os eleitores que confiam na escolha do presidente, 21,5% responderam que o candidato de Lula seria o único em que votariam. Outros 28,6% poderiam votar no apoiado por Lula. A pesquisa mostra que 20,3% não votariam em quem tem o apoio do presidente, contra 25,9% que votariam só se conhecessem o candidato. Em janeiro, eram 34% os que votariam no candidato de Lula apenas se conhecessem seu nome. "A população começa a tomar partido. Aumenta o poder de transferência física de Lula. A avaliação do presidente, apesar de ter sofrido queda, é muito forte", disse o diretor do instituto Sensus, Ricardo Guedes. A pesquisa mostra uma reação de Dilma, que pela primeira vez aparece na frente do governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), na pesquisa espontânea -em que os nomes não são apresentados aos eleitores. Dilma também venceria o tucano num eventual segundo turno, mas perderia se o candidato da oposição fosse o governador de São Paulo, José Serra (PSDB). A avaliação do Governo registrou queda em março, segundo a pesquisa. A avaliação positiva caiu de 72,5% em janeiro para 62,4%. A avaliação pessoal de Lula também caiu em março, após registrar a melhor avaliação histórica da pesquisa em janeiro deste ano. O índice caiu de 84% em janeiro para 76,2%. Os índices atuais são o resultado do impacto da crise financeira mundial que já atingiu a economia real brasileira. Este é um dado. Outro relevante, é que se o Executivo conseguir debelar a crise, que não será fácil, ou transitar por ela com os menores efeitos para os assalariados, os índices de popularidade de Lula e do Governo certamente voltarão a patamares de antes da crise. Clique aqui e leia a íntegra dos resultados da pesquisa
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