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Publicado: 6/04/2009 | 09:25
Educadores marcam paralisação nacional em 24 de abril pelo piso
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e suas entidades filiadas definiram, na última sexta-feira (3), em Brasília, que os professores param suas atividades em todo País, dia 24 de abril, pela implementação do Piso nacional.
Na quinta-feira passada (2), mais de 700 profissionais em educação de todo o Brasil participaram de um ato público, em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), para exigir o cumprimento da Lei 11.738/08, que instituiu o Piso salarial do magistério. Governadores "Nós queremos sensibilizar os ministros para que eles apreciem o mérito da ação. Em dezembro eles mudaram dois artigos importantes para nós que é o que estabelece o conceito de Piso e o que trata da jornada de trabalho". Ele explica que, por causa da demora de uma decisão do STF, alguns Estados estão pagando menos do que o estabelecido pela lei. Congresso O assunto foi discutido na quinta (2) com representantes de sindicatos de professores de 17 estados, durante audiência pública conjunta da Frente com a Comissão de Educação e Cultura da Câmara. (Fonte: Agência Sindical)
O STF interrompeu, em dezembro, o julgamento de uma ação proposta por governadores de cinco Estados questionando a constitucionalidade da lei.
Até agora, o tribunal ainda não avaliou o mérito da questão. A lei do Piso determina que, a partir de 2010, nenhum professor da rede pública receba menos de R$ 950 pela carga-horária de 40 horas semanais.
E segue: "A lei como foi aprovada no Congresso Nacional por unanimidade é um consenso, eles não podem ser contra isso", argumenta o presidente da CNTE, Roberto Leão.
A coordenadora da Frente Parlamentar em Defesa do Piso dos Professores, deputada Fátima Bezerra (PT/RN), também defendeu a rejeição da ação dos governadores pelo STF, garantindo a aplicação integral da lei.-
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e suas entidades filiadas definiram, na última sexta-feira (3), em Brasília, que os professores param suas atividades em todo País, dia 24 de abril, pela implementação do Piso nacional.
Na quinta-feira passada (2), mais de 700 profissionais em educação de todo o Brasil participaram de um ato público, em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), para exigir o cumprimento da Lei 11.738/08, que instituiu o Piso salarial do magistério. Governadores "Nós queremos sensibilizar os ministros para que eles apreciem o mérito da ação. Em dezembro eles mudaram dois artigos importantes para nós que é o que estabelece o conceito de Piso e o que trata da jornada de trabalho". Ele explica que, por causa da demora de uma decisão do STF, alguns Estados estão pagando menos do que o estabelecido pela lei. Congresso O assunto foi discutido na quinta (2) com representantes de sindicatos de professores de 17 estados, durante audiência pública conjunta da Frente com a Comissão de Educação e Cultura da Câmara. (Fonte: Agência Sindical)
O STF interrompeu, em dezembro, o julgamento de uma ação proposta por governadores de cinco Estados questionando a constitucionalidade da lei.
Até agora, o tribunal ainda não avaliou o mérito da questão. A lei do Piso determina que, a partir de 2010, nenhum professor da rede pública receba menos de R$ 950 pela carga-horária de 40 horas semanais.
E segue: "A lei como foi aprovada no Congresso Nacional por unanimidade é um consenso, eles não podem ser contra isso", argumenta o presidente da CNTE, Roberto Leão.
A coordenadora da Frente Parlamentar em Defesa do Piso dos Professores, deputada Fátima Bezerra (PT/RN), também defendeu a rejeição da ação dos governadores pelo STF, garantindo a aplicação integral da lei.-
