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Publicado: 9/04/2009 | 09:08
62% dos alunos em áreas de risco precisam de reforço escolar
A guerra urbana que atravessa os muros das escolas públicas do Rio de Janeiro está afetando diretamente o desempenho dos estudantes cariocas.
O exame detectou que 28.879 alunos são analfabetos funcionais e que mais da metade do total - 286.571 alunos, ou 62% - vai precisar de reforço escolar por ter tirado conceitos R (Regular) e I (Insuficiente) em Português e Matemática a partir deste mês. O maior percentual (17,13%) de analfabetos funcionais está nas escolas de Santa Cruz (10ª CRE), bairro da Zona Oeste, que concentra 17 das 150 escolas localizadas em áreas de risco. São crianças que não conseguem compreender o que acabaram de ler. "A violência afeta a aprendizagem, tanto gerando bloqueios cognitivos quanto não atraindo profissionais para as escolas", avaliou a secretária de Educação, Cláudia Costin. Segundo ela, as melhores avaliações saíram de escolas da Zona Sul e da Tijuca (2ª CRE). Nessas regiões, 10,51% dos estudantes terão que ser alfabetizados. "Há mais professores que preferem lecionar perto de suas casas. Além disso, os pais têm mais acesso à educação, o que influi no aprendizado dos filhos", acrescenta Costin. O prefeito Eduardo Paes (PMDB) também ficou surpreso com o resultado: "É assustador. Mas é bom saber que já temos o diagnóstico e vamos dar o remédio, que será o reforço para sanar o problema". (Fonte: O Dia)
Resultado do provão aplicado a 460.453 alunos do 3º ao 9º ano do Ensino Fundamental, divulgado pela Secretaria Municipal de Educação, mostra que os piores desempenhos em Português e Matemática foram registrados nas unidades situadas em áreas conflagradas pela violência.
A guerra urbana que atravessa os muros das escolas públicas do Rio de Janeiro está afetando diretamente o desempenho dos estudantes cariocas.
O exame detectou que 28.879 alunos são analfabetos funcionais e que mais da metade do total - 286.571 alunos, ou 62% - vai precisar de reforço escolar por ter tirado conceitos R (Regular) e I (Insuficiente) em Português e Matemática a partir deste mês. O maior percentual (17,13%) de analfabetos funcionais está nas escolas de Santa Cruz (10ª CRE), bairro da Zona Oeste, que concentra 17 das 150 escolas localizadas em áreas de risco. São crianças que não conseguem compreender o que acabaram de ler. "A violência afeta a aprendizagem, tanto gerando bloqueios cognitivos quanto não atraindo profissionais para as escolas", avaliou a secretária de Educação, Cláudia Costin. Segundo ela, as melhores avaliações saíram de escolas da Zona Sul e da Tijuca (2ª CRE). Nessas regiões, 10,51% dos estudantes terão que ser alfabetizados. "Há mais professores que preferem lecionar perto de suas casas. Além disso, os pais têm mais acesso à educação, o que influi no aprendizado dos filhos", acrescenta Costin. O prefeito Eduardo Paes (PMDB) também ficou surpreso com o resultado: "É assustador. Mas é bom saber que já temos o diagnóstico e vamos dar o remédio, que será o reforço para sanar o problema". (Fonte: O Dia)
Resultado do provão aplicado a 460.453 alunos do 3º ao 9º ano do Ensino Fundamental, divulgado pela Secretaria Municipal de Educação, mostra que os piores desempenhos em Português e Matemática foram registrados nas unidades situadas em áreas conflagradas pela violência.