antigas Publicado: 22/04/2009 | 09:47

Banco Central não descarta novas medidas para reduzir juros

 O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, não descarta novas medidas para a redução dos spreads bancários - diferença entre a taxa de captação de recursos pelos bancos e o custo cobrado nos empréstimos ao consumidor. 


Ele considera que as medidas adotadas pelo BC já surtem efeito na economia, mas é preciso aguardar um pouco mais antes de novas decisões.

"Está havendo redução gradual e algumas medidas já foram tomadas, como o Fundo Garantidor de Crédito e o leilão de dólar sem direcionamento. Estamos aguardando o efeito disso. E, caso seja necessário, poderemos tomar novas medidas", afirmou.

Quanto às mudanças nas cadernetas de poupança, Meirelles informou que, independentemente da decisão do Governo, a idéia é "manter a aplicação como grande canal de investimento e preservação de patrimônio da população brasileira, principalmente dos pequenos investidores".

Sobre a vinculação do rendimento à Selic (taxa básica de juros), o presidente do Banco Central disse que o Governo "não tem ainda nenhuma decisão" à respeito das mudanças para a caderneta de poupança.

As mudanças no rendimento das cadernetas de poupança vêm sendo discutidas pela área econômica por determinação do presidente Lula. 

O objetivo é evitar que os grandes poupadores usem esse tipo de aplicação para proteger seus investimentos por causa da queda dos juros de outras aplicações. (Fonte: Agência Brasil)

 O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, não descarta novas medidas para a redução dos spreads bancários - diferença entre a taxa de captação de recursos pelos bancos e o custo cobrado nos empréstimos ao consumidor. 


Ele considera que as medidas adotadas pelo BC já surtem efeito na economia, mas é preciso aguardar um pouco mais antes de novas decisões.

"Está havendo redução gradual e algumas medidas já foram tomadas, como o Fundo Garantidor de Crédito e o leilão de dólar sem direcionamento. Estamos aguardando o efeito disso. E, caso seja necessário, poderemos tomar novas medidas", afirmou.

Quanto às mudanças nas cadernetas de poupança, Meirelles informou que, independentemente da decisão do Governo, a idéia é "manter a aplicação como grande canal de investimento e preservação de patrimônio da população brasileira, principalmente dos pequenos investidores".

Sobre a vinculação do rendimento à Selic (taxa básica de juros), o presidente do Banco Central disse que o Governo "não tem ainda nenhuma decisão" à respeito das mudanças para a caderneta de poupança.

As mudanças no rendimento das cadernetas de poupança vêm sendo discutidas pela área econômica por determinação do presidente Lula. 

O objetivo é evitar que os grandes poupadores usem esse tipo de aplicação para proteger seus investimentos por causa da queda dos juros de outras aplicações. (Fonte: Agência Brasil)