antigas Publicado: 11/07/2007 | 10:29

Votação da reforma política antes do recesso

Gazeta Mercantil

Uma reunião de líderes na Câmara decidiu ontem dar continuidade à reforma política hoje, votando temas como o financiamento público para campanhas majoritárias, fidelidade partidária e federação de partidos.
A decisão foi uma reviravolta na Câmara, já que semana passada um grupo de parlamentares deu por encerrada a votação da reforma política, garantindo que o tema só voltaria a ser examinado no semestre que vem.
Segundo os deputados Henrique Fontana (PT-RS), Antonio Carlos Pannunzio (PSDB-SP) e Flávio Dino (PCdo B-MA), líderes de seus partidos, a Câmara votaria ainda ontem à noite duas medidas provisórias que trancavam a pauta, e hoje prossegue a votação da reforma política.
"A reforma política não tem prazo para terminar. É um tema amplo e que precisa ser votado", afirmou Henrique Fontana, justificando a decisão dos líderes. "Temos discordância no mérito, mas acordamos o procedimento, que é votar", completou o líder do PCdoB, Flávio Dino.
Os líderes acertaram também a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para quinta-feira. O texto principal foi aprovado semana passada, mas a Comissão Mista de Orçamento ainda tem 560 destaques para serem votados.
A votação da LDO, porém, também depende do Senado e está envolta em polêmica, já que a oposição não aceita que a sessão seja presidida por Renan Calheiros (PMDB-AL), que enfrenta representação no Conselho de Ética por quebra de decoro parlamentar.
O senador José Carlos Aleluia (DEM-BA) disse que dificilmente a LDO será votada, porque não acredita que Renan irá convocar a sessão. "Não haverá sessão, com ou sem Renan. Não podemos aprovar a LDO como se o Congresso vivesse uma normalidade", afirmou Aleluia.

Gazeta Mercantil

Uma reunião de líderes na Câmara decidiu ontem dar continuidade à reforma política hoje, votando temas como o financiamento público para campanhas majoritárias, fidelidade partidária e federação de partidos.
A decisão foi uma reviravolta na Câmara, já que semana passada um grupo de parlamentares deu por encerrada a votação da reforma política, garantindo que o tema só voltaria a ser examinado no semestre que vem.
Segundo os deputados Henrique Fontana (PT-RS), Antonio Carlos Pannunzio (PSDB-SP) e Flávio Dino (PCdo B-MA), líderes de seus partidos, a Câmara votaria ainda ontem à noite duas medidas provisórias que trancavam a pauta, e hoje prossegue a votação da reforma política.
"A reforma política não tem prazo para terminar. É um tema amplo e que precisa ser votado", afirmou Henrique Fontana, justificando a decisão dos líderes. "Temos discordância no mérito, mas acordamos o procedimento, que é votar", completou o líder do PCdoB, Flávio Dino.
Os líderes acertaram também a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para quinta-feira. O texto principal foi aprovado semana passada, mas a Comissão Mista de Orçamento ainda tem 560 destaques para serem votados.
A votação da LDO, porém, também depende do Senado e está envolta em polêmica, já que a oposição não aceita que a sessão seja presidida por Renan Calheiros (PMDB-AL), que enfrenta representação no Conselho de Ética por quebra de decoro parlamentar.
O senador José Carlos Aleluia (DEM-BA) disse que dificilmente a LDO será votada, porque não acredita que Renan irá convocar a sessão. "Não haverá sessão, com ou sem Renan. Não podemos aprovar a LDO como se o Congresso vivesse uma normalidade", afirmou Aleluia.