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Publicado: 13/07/2007 | 09:50
Mantega faz apelo
Edna Simão
Correio Braziliense
Correio Braziliense
“Seria uma catástrofe para o país se não aprovássemos a CPMF”, clamou ontem o ministro da Fazenda, Guido Mantega, durante audiência pública na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara. O recado tem destino certo: a bancada de deputados do PMDB do Rio, que vem lançando mão de artifícios para atrasar a tramitação da matéria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e ameaçando alterar o texto para obrigar a União a partilhar a arrecadação do tributo com estados e municípios. As dificuldades estão servindo para pressionar o governo a nomear o ex-prefeito do Rio Luiz Paulo Conde para a presidência de Furnas.
O ministro apresentou uma conta para justificar o pavor do governo diante das manobras dos peemedebistas. “Se nós não tivermos esses recursos ou se demorarmos em aprovar essa lei, a cada dia nós perdemos R$ 152 milhões”, afirmou, referindo-se às receitas diárias recolhidas com o imposto do cheque. “Então isso é um alerta que eu faço de que a CPMF é um tributo necessário para que mantenhamos o equilíbrio fiscal.”
Edna Simão
Correio Braziliense
Correio Braziliense
“Seria uma catástrofe para o país se não aprovássemos a CPMF”, clamou ontem o ministro da Fazenda, Guido Mantega, durante audiência pública na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara. O recado tem destino certo: a bancada de deputados do PMDB do Rio, que vem lançando mão de artifícios para atrasar a tramitação da matéria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e ameaçando alterar o texto para obrigar a União a partilhar a arrecadação do tributo com estados e municípios. As dificuldades estão servindo para pressionar o governo a nomear o ex-prefeito do Rio Luiz Paulo Conde para a presidência de Furnas.
O ministro apresentou uma conta para justificar o pavor do governo diante das manobras dos peemedebistas. “Se nós não tivermos esses recursos ou se demorarmos em aprovar essa lei, a cada dia nós perdemos R$ 152 milhões”, afirmou, referindo-se às receitas diárias recolhidas com o imposto do cheque. “Então isso é um alerta que eu faço de que a CPMF é um tributo necessário para que mantenhamos o equilíbrio fiscal.”