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Notícias nos Estados

Seg, 02 de Fevereiro de 2009 14:33

O estado de São Paulo terá que pagar diferenças salariais a uma médica do estado pelos serviços em regime de plantão. A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) chegou a analisar o agravo de instrumento da Fazenda Pública do estado, mas não aceitou rediscutir a questão no TST.

Assim, ficou mantida a decisão do Tribunal Regional da 2ª Região (SP) que condenou o Estado ao pagamento da verba "plantão médico" com reflexos no 13º salário, férias, FGTS e descansos semanais remunerados da profissional.

No TRT/SP, o governo paulista limitou-se a alegar que os plantões realizados pela médica não eram habituais, por isso a verba não poderia ter caráter remuneratório e integrar outras parcelas. Só que tanto na 23ª Vara do Trabalho quanto no TRT, as provas apresentadas pela médica mostraram a habitualidade do serviço e sua natureza salarial.

A Fazenda Pública do estado, então, recorreu ao TST com agravo de instrumento na tentativa de rediscutir a matéria no tribunal. Mas, segundo o relator do processo, ministro Walmir Oliveira da Costa, não houve desrespeito a normas legais ou à Constituição que justificassem o pedido.

Por fim, os ministros da Primeira Turma negaram provimento ao agravo e não permitiram o reexame do caso no TST por meio de outro recurso. A decisão do Regional de condenar o Estado ao pagamento de diferenças salariais à médica foi mantida. (Fonte: TRT/SP)

Publicado: 03/02/2009 10:26 | Visualizações: 197

SP: médica receberá diferença salarial pelo regime de plantão

Seg, 02 de Fevereiro de 2009 14:33

O estado de São Paulo terá que pagar diferenças salariais a uma médica do estado pelos serviços em regime de plantão. A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) chegou a analisar o agravo de instrumento da Fazenda Pública do estado, mas não aceitou rediscutir a questão no TST.

Assim, ficou mantida a decisão do Tribunal Regional da 2ª Região (SP) que condenou o Estado ao pagamento da verba "plantão médico" com reflexos no 13º salário, férias, FGTS e descansos semanais remunerados da profissional.

No TRT/SP, o governo paulista limitou-se a alegar que os plantões realizados pela médica não eram habituais, por isso a verba não poderia ter caráter remuneratório e integrar outras parcelas. Só que tanto na 23ª Vara do Trabalho quanto no TRT, as provas apresentadas pela médica mostraram a habitualidade do serviço e sua natureza salarial.

A Fazenda Pública do estado, então, recorreu ao TST com agravo de instrumento na tentativa de rediscutir a matéria no tribunal. Mas, segundo o relator do processo, ministro Walmir Oliveira da Costa, não houve desrespeito a normas legais ou à Constituição que justificassem o pedido.

Por fim, os ministros da Primeira Turma negaram provimento ao agravo e não permitiram o reexame do caso no TST por meio de outro recurso. A decisão do Regional de condenar o Estado ao pagamento de diferenças salariais à médica foi mantida. (Fonte: TRT/SP)

Seg, 02 de Fevereiro de 2009 15:11

Uma parcela de servidores públicos do Piauí vive o drama da incerteza da aposentadoria. Estas pessoas entraram no serviço público sem passar por concurso depois da Constituição de 1988 e quase duas décadas depois, confiantes na aposentadoria, os servidores não conseguem os benefícios.

O Tribunal de Contas é o órgão responsável por avaliar os pedidos de aposentadoria. Porém os membros da corte não entraram em consenso sobre qual posicionamento tomar.

A realidade é geral, nos poderes Executivo Estadual, na Assembléia Legislativa, no Ministério Público, câmaras municipais, prefeituras e até no Tribunal de Contas do estado (TCE).

Mesmo após a Constituição, gestores públicos continuaram contratando pessoal sem concurso público e assim muitos processos chegam ao TCE com pedidos de aposentadorias de servidores que entraram após 88.

O auditor do TCE Jailson Campelo explicou que, se por um lado tem o princípio constitucional da impessoalidade e da moralidade, que determina que os servidores sejam recrutados mediante o concurso público, do outro lado tem o princípio da dignidade da pessoa humana, o principio da segurança nas relações jurídicas.

"São pessoas que estão há 25 anos no exercício do cargo e durante todo este tempo o TCE não lhes disse nada, durante todo este tempo o Tribunal não foi até o órgão dizer que ele esteve errado, que ele não iria se aposentar".

Jailson defende que o TCE defina um posicionamento e tome a atitude de avisar a esta categoria de servidores que eles estão irregulares e que a lei não permite a aposentadoria.

"Nós não podemos decidir em um processo isoladamente e deixar a situação. Temos muitos servidores nesta situação, veja que mexe com a vida de muita gente, é importante que o Tribunal se aprofunde, estude mais o assunto para decidir da melhor forma possível, pensando no interesse do erário público e do servidor", disse.

Na última semana, o TCE julgou um destes casos e decidiu pela não concessão de aposentadoria para uma servidora da secretaria Estadual de Fazenda. Alguns se abstiveram da votação como o auditor Jailson. "Eu não tenho um juízo de valor formado sobre o assunto, temos que adotar a melhor decisão, porque a decisão acertada em um processo deve ser levada para os demais, para os que estão na ativa".

O procurador geral do Ministério Público de Contas Leandro Maciel antecipou que o posicionamento do órgão é em defesa do concurso público, mas que os servidores que pedem aposentadoria são cidadãos que contribuíram e têm direitos.

"Existem vários destes casos onde [sic!] o Ministério Público de Contas vem se manifestando contrário a este tipo de aposentadoria. Para se aposentar pelo regime próprio de previdência, somente o servidor efetivo e com Plano de Cargos efetivamente aprovado por concurso público".

E segue: "Os demais casos cabe ao Tribunal de Contas verificar, detectar e, sendo detectado, o Ministério Público vai se posicionar contra este tipo de aposentadoria". (Fonte: Diário do Povo)

Publicado: 03/02/2009 10:23 | Visualizações: 235

PI: servidores sem concurso no estado não conseguem se aposentar

Seg, 02 de Fevereiro de 2009 15:11

Uma parcela de servidores públicos do Piauí vive o drama da incerteza da aposentadoria. Estas pessoas entraram no serviço público sem passar por concurso depois da Constituição de 1988 e quase duas décadas depois, confiantes na aposentadoria, os servidores não conseguem os benefícios.

O Tribunal de Contas é o órgão responsável por avaliar os pedidos de aposentadoria. Porém os membros da corte não entraram em consenso sobre qual posicionamento tomar.

A realidade é geral, nos poderes Executivo Estadual, na Assembléia Legislativa, no Ministério Público, câmaras municipais, prefeituras e até no Tribunal de Contas do estado (TCE).

Mesmo após a Constituição, gestores públicos continuaram contratando pessoal sem concurso público e assim muitos processos chegam ao TCE com pedidos de aposentadorias de servidores que entraram após 88.

O auditor do TCE Jailson Campelo explicou que, se por um lado tem o princípio constitucional da impessoalidade e da moralidade, que determina que os servidores sejam recrutados mediante o concurso público, do outro lado tem o princípio da dignidade da pessoa humana, o principio da segurança nas relações jurídicas.

"São pessoas que estão há 25 anos no exercício do cargo e durante todo este tempo o TCE não lhes disse nada, durante todo este tempo o Tribunal não foi até o órgão dizer que ele esteve errado, que ele não iria se aposentar".

Jailson defende que o TCE defina um posicionamento e tome a atitude de avisar a esta categoria de servidores que eles estão irregulares e que a lei não permite a aposentadoria.

"Nós não podemos decidir em um processo isoladamente e deixar a situação. Temos muitos servidores nesta situação, veja que mexe com a vida de muita gente, é importante que o Tribunal se aprofunde, estude mais o assunto para decidir da melhor forma possível, pensando no interesse do erário público e do servidor", disse.

Na última semana, o TCE julgou um destes casos e decidiu pela não concessão de aposentadoria para uma servidora da secretaria Estadual de Fazenda. Alguns se abstiveram da votação como o auditor Jailson. "Eu não tenho um juízo de valor formado sobre o assunto, temos que adotar a melhor decisão, porque a decisão acertada em um processo deve ser levada para os demais, para os que estão na ativa".

O procurador geral do Ministério Público de Contas Leandro Maciel antecipou que o posicionamento do órgão é em defesa do concurso público, mas que os servidores que pedem aposentadoria são cidadãos que contribuíram e têm direitos.

"Existem vários destes casos onde [sic!] o Ministério Público de Contas vem se manifestando contrário a este tipo de aposentadoria. Para se aposentar pelo regime próprio de previdência, somente o servidor efetivo e com Plano de Cargos efetivamente aprovado por concurso público".

E segue: "Os demais casos cabe ao Tribunal de Contas verificar, detectar e, sendo detectado, o Ministério Público vai se posicionar contra este tipo de aposentadoria". (Fonte: Diário do Povo)

Fonte: diap

Preocupados com a possibilidade de demissões no Pólo Industrial de Manaus (PIM) por causa da crise financeira internacional, os dirigentes do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas começam a pensar em alternativas que possam auxiliar empresários e trabalhadores. Em entrevista, o secretário de Comunicação e Imprensa da entidade, Sidney Malaquias, informou que, na semana passada, o sindicato procurou o governador do estado, Eduardo Braga (PMDB), para apresentar uma proposta nesse sentido e pedir apoio.

 

Segundo Malaquias, se confirmada alguma decisão empresarial sobre demissões, a proposta sindical é de suspensão temporária dos contratos de trabalho - conforme a necessidade da empresa – e o ingresso imediato dos trabalhadores em algum curso de qualificação profissional oferecido com o apoio do sindicato e do governo estadual.

 

Curso de qualificação

"Há riscos de demissões e por isso já estamos com uma proposta. Queremos sair na frente e mostrar para os empresários que podemos não só ajudar os trabalhadores, mas também a eles. Nesse período, o trabalhador poderá fazer algum curso de qualificação profissional e receber o seguro-desemprego", declarou.

 

O sindicalista acrescentou que os trabalhadores do PIM, sobretudo os que atuam no setor de duas rodas e eletroeletrônicos (segmentos que mais empregam no pólo), estão preocupados com os reflexos negativos da crise mundial na economia brasileira e na produção das indústrias instaladas em Manaus.

 

"Ainda não sabemos quanto tempo essa crise vai durar e nem quanto tempo os efeitos dela poderão permanecer entre as indústrias brasileiras. Os trabalhadores têm se mostrado preocupados com as possibilidades de demissões. Estamos pedindo às empresas que tenham cautela antes de mandar qualquer pessoa embora. A empresa terá que ter cuidado e garantir que os selecionados tenham mais de seis meses de trabalho para poder receber o seguro-desemprego", completou.

 

Férias coletivas

Sidney Malaquias informou ainda que os 12 mil trabalhadores – de 18 empresas do pólo - que tiveram férias coletivas entre os dias 20 e 31 de outubro já voltaram a trabalhar normalmente.

 

O período de férias parciais de fim de ano estava anteriormente previsto para dezembro, mas foi antecipado pelas empresas sob a justificativa de que seria necessário desacelerar a produção por causa da diminuição no índice de vendas ao consumidor. Somente os segmentos de duas rodas e os metalúrgico anteciparam as férias coletivas no parque fabril da capital amazonense.

 

Apesar da preocupação do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas, o presidente do Sindicato das Indústrias dos Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares de Manaus (Sinaaes), Wilson Périco, ressaltou que neste momento nenhuma empresa do PIM está afetada pela crise mundial.

 

Estado de alerta

Ainda assim, disse que é preciso manter estado de alerta e de atenção diante das possibilidades negativas que podem chegar ao parque fabril em função do momento econômico mundial.

 

Ele se mostrou otimista quanto às alternativas apresentadas pelas autoridades monetárias internacionais e considerou que, nesse cenário, o Brasil se posiciona em uma situação mais confortável pela estabilidade de sua economia na atualidade.

 

"Por enquanto, nenhuma empresa do PIM foi afetada pela crise mundial. Mas também não dá para dizer que isso não possa acontecer. Poderá haver uma readequação da produção, mas isso vai depender da situação e também de cada segmento e linha de produção. Se prestarmos atenção na movimentação do mercado, já vamos perceber melhorias no cenário econômico", concluiu Périco.

Publicado: 05/11/2008 10:55 | Visualizações: 470

AM: Sindicato dos Metalúrgicos diz que há risco de demissões

Fonte: diap

Preocupados com a possibilidade de demissões no Pólo Industrial de Manaus (PIM) por causa da crise financeira internacional, os dirigentes do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas começam a pensar em alternativas que possam auxiliar empresários e trabalhadores. Em entrevista, o secretário de Comunicação e Imprensa da entidade, Sidney Malaquias, informou que, na semana passada, o sindicato procurou o governador do estado, Eduardo Braga (PMDB), para apresentar uma proposta nesse sentido e pedir apoio.

 

Segundo Malaquias, se confirmada alguma decisão empresarial sobre demissões, a proposta sindical é de suspensão temporária dos contratos de trabalho - conforme a necessidade da empresa – e o ingresso imediato dos trabalhadores em algum curso de qualificação profissional oferecido com o apoio do sindicato e do governo estadual.

 

Curso de qualificação

"Há riscos de demissões e por isso já estamos com uma proposta. Queremos sair na frente e mostrar para os empresários que podemos não só ajudar os trabalhadores, mas também a eles. Nesse período, o trabalhador poderá fazer algum curso de qualificação profissional e receber o seguro-desemprego", declarou.

 

O sindicalista acrescentou que os trabalhadores do PIM, sobretudo os que atuam no setor de duas rodas e eletroeletrônicos (segmentos que mais empregam no pólo), estão preocupados com os reflexos negativos da crise mundial na economia brasileira e na produção das indústrias instaladas em Manaus.

 

"Ainda não sabemos quanto tempo essa crise vai durar e nem quanto tempo os efeitos dela poderão permanecer entre as indústrias brasileiras. Os trabalhadores têm se mostrado preocupados com as possibilidades de demissões. Estamos pedindo às empresas que tenham cautela antes de mandar qualquer pessoa embora. A empresa terá que ter cuidado e garantir que os selecionados tenham mais de seis meses de trabalho para poder receber o seguro-desemprego", completou.

 

Férias coletivas

Sidney Malaquias informou ainda que os 12 mil trabalhadores – de 18 empresas do pólo - que tiveram férias coletivas entre os dias 20 e 31 de outubro já voltaram a trabalhar normalmente.

 

O período de férias parciais de fim de ano estava anteriormente previsto para dezembro, mas foi antecipado pelas empresas sob a justificativa de que seria necessário desacelerar a produção por causa da diminuição no índice de vendas ao consumidor. Somente os segmentos de duas rodas e os metalúrgico anteciparam as férias coletivas no parque fabril da capital amazonense.

 

Apesar da preocupação do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas, o presidente do Sindicato das Indústrias dos Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares de Manaus (Sinaaes), Wilson Périco, ressaltou que neste momento nenhuma empresa do PIM está afetada pela crise mundial.

 

Estado de alerta

Ainda assim, disse que é preciso manter estado de alerta e de atenção diante das possibilidades negativas que podem chegar ao parque fabril em função do momento econômico mundial.

 

Ele se mostrou otimista quanto às alternativas apresentadas pelas autoridades monetárias internacionais e considerou que, nesse cenário, o Brasil se posiciona em uma situação mais confortável pela estabilidade de sua economia na atualidade.

 

"Por enquanto, nenhuma empresa do PIM foi afetada pela crise mundial. Mas também não dá para dizer que isso não possa acontecer. Poderá haver uma readequação da produção, mas isso vai depender da situação e também de cada segmento e linha de produção. Se prestarmos atenção na movimentação do mercado, já vamos perceber melhorias no cenário econômico", concluiu Périco.

Fonte: diap

O Sindicato dos Metalúrgicos de Volta Redonda (RJ), em conjunto com outras entidades, homenageará os 20 anos da “Greve de 1988” na Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). As atividades ocorrem de 5 a 9 de novembro em vários locais da cidade.

 

A programação inicia com um debate, às 18h30, no Colégio Volta Redonda. A atividade promovida pelo Centro Acadêmico de História 9 de novembro, da Unifoa-VR, pretende divulgar e resgatar a história de luta dos trabalhadores de Volta Redonda. O debate contará com a participação do presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Volta Redonda, Renato Soares.

 

Este ano é o terceiro ano consecutivo que a atual gestão do sindicato promove este projeto de resgate da luta dos trabalhadores. No primeiro, em 2006, foi realizada uma exposição na passagem superior da empresa, com forte participação dos operários da CSN e da população.

 

No ano passado, além de debates, foi feita a exposição de fotos e depoimentos de pessoas que viveram aquela época, no Espaço de Arte Zélia Arbex. Além disso, foi feita uma homenagem às famílias dos operários assassinados na Câmara dos Vereadores de Volta Redonda.

 

Histórico

No dia 7 de novembro de 1988, os trabalhadores da CSN entraram em greve. Eles queriam a implantação do turno de 6 horas, reposição de salários e reintegração dos demitidos por atuação sindical.

 

Dois dias depois, soldados do Exército e o Batalhão de Choque da Polícia Militar dispersaram uma manifestação em frente ao escritório central da companhia e invadiram a usina. Três operários morreram. A greve continuou até o dia 23 de novembro com os trabalhadores conquistando suas reivindicações.

 

No dia 1º de maio do ano seguinte, foi erguido na Praça Juarez Antunes um memorial em homenagem aos três operários, um projeto do arquiteto Oscar Niemeyer. Na madrugada do dia seguinte, um atentado destruiu o monumento.

 

A explosão estilhaçou os vidros. Uma segunda carga que não detonara foi encontrada próxima aos destroços. A participação do Exército no atentado só foi revelada em 1999. O ex-capitão do Exército Dalton Roberto de Melo denunciou o general Álvaro de Souza Pinheiro por ser o mandante do crime. Hoje, o memorial está de pé. (Fonte: Vermelho-RJ)

 

Veja programação do evento:

 

Dia 5

18h30 - Debate organizado pelo Centro Acadêmico 9 de Novembro, do curso de História da Unifoa-VR, sobre o tema: Sindicalismo: lutas e conquistas.

 

Debatedores: Renato Soares (presidente do Sindicato), Bartholomeu Citelli (diretor do sindicato na época e atual assessor do sindicato), João Nery Campanário (advogado do sindicato) e Isaque Fonseca (ex-sindicalista, diretor do sindicato na época).

Local: Colégio Volta Redonda

 

Dia 6

20h - Vernissage da Exposição – 20 anos da Greve de 1988. Neste dia, a entrada será permitida somente com convite.

Local: Espaço de Arte Zélia Arbex. Período da exposição: 7 a 23

 

Dia 7

18h30 - Debate organizado pelo Centro Acadêmico 9 de novembro, do curso de História da Unifoa-VR, sobre o tema: Memória, Cultura e Movimentos Sociais

 

Debatedores: Marcelo Felício (presidente do Sindicato dos Metalúrgicos em 1988), Washington da Costa (sindicalista), Marco Aurélio Santana (professor) e Dodora (diretora do SEPE).

Local: Colégio Volta Redonda

 

Dia 8

17h - Debate sobre o tema: 20 anos da resistência operária e violência militar na greve de 1988.

 

Debatedores: Edílson Graciolli (professor, escritor e pós-doutorando em sociologia), Edgard Bedê (professor e escritor), Dom Waldyr Calheiros de Novaes (bispo emérito de Volta Redonda), Marcelo Felício (pres. do Sindicato dos Metalúrgicos em 1988), Renato Soares, Dejair Martins (presidente do Sindicato da Construção Civil). Moderador: Bartholomeu Citelli

Local: Memorial Zumbi

 

Dia 9

9h – Culto ecumênico

Local: Praça Juarez Antunes

 

10h - Atividades e oficinas de cultura realizadas pela Rede de Educação Cidadã

Local: Praça do Memorial Getúlio Vargas

 

20h – Apresentação do vídeo 'Volta Redonda volta por cima' de Luis Fernando Ferraz

Local: Teatro Gacemss 2

Publicado: 04/11/2008 11:02 | Visualizações: 337

RJ: metalúrgicos homenageiam os 20 anos da greve na CSN

Fonte: diap

O Sindicato dos Metalúrgicos de Volta Redonda (RJ), em conjunto com outras entidades, homenageará os 20 anos da “Greve de 1988” na Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). As atividades ocorrem de 5 a 9 de novembro em vários locais da cidade.

 

A programação inicia com um debate, às 18h30, no Colégio Volta Redonda. A atividade promovida pelo Centro Acadêmico de História 9 de novembro, da Unifoa-VR, pretende divulgar e resgatar a história de luta dos trabalhadores de Volta Redonda. O debate contará com a participação do presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Volta Redonda, Renato Soares.

 

Este ano é o terceiro ano consecutivo que a atual gestão do sindicato promove este projeto de resgate da luta dos trabalhadores. No primeiro, em 2006, foi realizada uma exposição na passagem superior da empresa, com forte participação dos operários da CSN e da população.

 

No ano passado, além de debates, foi feita a exposição de fotos e depoimentos de pessoas que viveram aquela época, no Espaço de Arte Zélia Arbex. Além disso, foi feita uma homenagem às famílias dos operários assassinados na Câmara dos Vereadores de Volta Redonda.

 

Histórico

No dia 7 de novembro de 1988, os trabalhadores da CSN entraram em greve. Eles queriam a implantação do turno de 6 horas, reposição de salários e reintegração dos demitidos por atuação sindical.

 

Dois dias depois, soldados do Exército e o Batalhão de Choque da Polícia Militar dispersaram uma manifestação em frente ao escritório central da companhia e invadiram a usina. Três operários morreram. A greve continuou até o dia 23 de novembro com os trabalhadores conquistando suas reivindicações.

 

No dia 1º de maio do ano seguinte, foi erguido na Praça Juarez Antunes um memorial em homenagem aos três operários, um projeto do arquiteto Oscar Niemeyer. Na madrugada do dia seguinte, um atentado destruiu o monumento.

 

A explosão estilhaçou os vidros. Uma segunda carga que não detonara foi encontrada próxima aos destroços. A participação do Exército no atentado só foi revelada em 1999. O ex-capitão do Exército Dalton Roberto de Melo denunciou o general Álvaro de Souza Pinheiro por ser o mandante do crime. Hoje, o memorial está de pé. (Fonte: Vermelho-RJ)

 

Veja programação do evento:

 

Dia 5

18h30 - Debate organizado pelo Centro Acadêmico 9 de Novembro, do curso de História da Unifoa-VR, sobre o tema: Sindicalismo: lutas e conquistas.

 

Debatedores: Renato Soares (presidente do Sindicato), Bartholomeu Citelli (diretor do sindicato na época e atual assessor do sindicato), João Nery Campanário (advogado do sindicato) e Isaque Fonseca (ex-sindicalista, diretor do sindicato na época).

Local: Colégio Volta Redonda

 

Dia 6

20h - Vernissage da Exposição – 20 anos da Greve de 1988. Neste dia, a entrada será permitida somente com convite.

Local: Espaço de Arte Zélia Arbex. Período da exposição: 7 a 23

 

Dia 7

18h30 - Debate organizado pelo Centro Acadêmico 9 de novembro, do curso de História da Unifoa-VR, sobre o tema: Memória, Cultura e Movimentos Sociais

 

Debatedores: Marcelo Felício (presidente do Sindicato dos Metalúrgicos em 1988), Washington da Costa (sindicalista), Marco Aurélio Santana (professor) e Dodora (diretora do SEPE).

Local: Colégio Volta Redonda

 

Dia 8

17h - Debate sobre o tema: 20 anos da resistência operária e violência militar na greve de 1988.

 

Debatedores: Edílson Graciolli (professor, escritor e pós-doutorando em sociologia), Edgard Bedê (professor e escritor), Dom Waldyr Calheiros de Novaes (bispo emérito de Volta Redonda), Marcelo Felício (pres. do Sindicato dos Metalúrgicos em 1988), Renato Soares, Dejair Martins (presidente do Sindicato da Construção Civil). Moderador: Bartholomeu Citelli

Local: Memorial Zumbi

 

Dia 9

9h – Culto ecumênico

Local: Praça Juarez Antunes

 

10h - Atividades e oficinas de cultura realizadas pela Rede de Educação Cidadã

Local: Praça do Memorial Getúlio Vargas

 

20h – Apresentação do vídeo 'Volta Redonda volta por cima' de Luis Fernando Ferraz

Local: Teatro Gacemss 2

Fonte:diap

Na noite da última sexta-feira (31), o governador José Serra (PSDB) enviou cinco mensagens à Assembléia Legislativa de São Paulo solicitando urgência na votação dos cinco projetos de lei que garantem, entre outros benefícios, dois reajustes à Polícia Civil, de 6,5%, a partir de 1° de janeiro - diferentemente do que defende a categoria em greve há quase dois meses, que pede reajuste salarial de 15% este ano e mais dois aumentos de 12% até 2010.

 

Com a publicação do requerimento de Serra no Diário Oficial, o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Vaz de Lima (PSDB), diz que o pacote pode ser votado ainda esta semana.

 

"Com a vinda da urgência do governador, vou avaliar cada processo neste fim de semana e na segunda-feira (3) decidirei se vamos avaliar comissão por comissão ou se vamos reunir as três comissões em uma única votação. Se fizermos um grande acordo, a votação será mais rápida e poderemos definir tudo nesta semana."

 

Neste domingo (2), em entrevista, o secretário de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, destacou que o próximo passo para acabar com a paralisação dos policiais civis, que já dura 48 dias, seria dos deputados estaduais.

 

Em sua primeira intervenção desde o início da greve, Marzagão ainda atribuiu o movimento às trocas de chefia feitas na corporação, que teriam criado insatisfações. Os grevistas negam.

 

Após os representantes do governo não comparecem à audiência pública feita na Assembléia Legislativa para discutir os projetos do Executivo, na última quinta-feira (30), os líderes da greve decidiram seguir, a partir desta semana, os passos do governador e dos deputados da base aliada, com o objetivo de pressioná-los.

 

Manifestações em São Paulo também deverão ser intensificadas, de acordo com diretrizes que serão estabelecidas em uma reunião marcada para amanhã.

Publicado: 03/11/2008 11:45 | Visualizações: 372

SP: assembléia pode votar reajuste da polícia civil esta semana

Fonte:diap

Na noite da última sexta-feira (31), o governador José Serra (PSDB) enviou cinco mensagens à Assembléia Legislativa de São Paulo solicitando urgência na votação dos cinco projetos de lei que garantem, entre outros benefícios, dois reajustes à Polícia Civil, de 6,5%, a partir de 1° de janeiro - diferentemente do que defende a categoria em greve há quase dois meses, que pede reajuste salarial de 15% este ano e mais dois aumentos de 12% até 2010.

 

Com a publicação do requerimento de Serra no Diário Oficial, o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Vaz de Lima (PSDB), diz que o pacote pode ser votado ainda esta semana.

 

"Com a vinda da urgência do governador, vou avaliar cada processo neste fim de semana e na segunda-feira (3) decidirei se vamos avaliar comissão por comissão ou se vamos reunir as três comissões em uma única votação. Se fizermos um grande acordo, a votação será mais rápida e poderemos definir tudo nesta semana."

 

Neste domingo (2), em entrevista, o secretário de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, destacou que o próximo passo para acabar com a paralisação dos policiais civis, que já dura 48 dias, seria dos deputados estaduais.

 

Em sua primeira intervenção desde o início da greve, Marzagão ainda atribuiu o movimento às trocas de chefia feitas na corporação, que teriam criado insatisfações. Os grevistas negam.

 

Após os representantes do governo não comparecem à audiência pública feita na Assembléia Legislativa para discutir os projetos do Executivo, na última quinta-feira (30), os líderes da greve decidiram seguir, a partir desta semana, os passos do governador e dos deputados da base aliada, com o objetivo de pressioná-los.

 

Manifestações em São Paulo também deverão ser intensificadas, de acordo com diretrizes que serão estabelecidas em uma reunião marcada para amanhã.

Fonte: diap

Os policiais civis em greve há quase dois meses – a paralisação começou em 16 de setembro – devem se reunir em assembléia na manhã desta terça-feira (4), na sede do Sindicato dos Investigadores do estado de São Paulo, para definir os próximos passos na negociação da categoria com o governo do estado.

 

O presidente do sindicato, João Batista Rebouças, confirmou que, daqui para frente, a categoria deve seguir os passos do governador José Serra (PSDB) em seus compromissos públicos para pressioná-lo.

 

O reajuste proposto pelo governador para os policiais civis é de 6,5% neste ano e mais 6,5% em 2009. Os representantes da Polícia Civil querem um reajuste de 15% agora, 12% no ano que vem e mais 12% em 2010.

 

"Os policiais são acusados de intransigência, mas quem não está facilitando o diálogo é o governo", disse o presidente do sindicato dos investigadores. Rebouças mencionou que na última sexta-feira houve uma audiência pública na Assembléia Legislativa, mas o governo não enviou nenhum secretário para negociar com os grevistas.

Publicado: 03/11/2008 11:00 | Visualizações: 403

SP: em greve, policiais civis fazem assembléia nesta terça-feira (4)

Fonte: diap

Os policiais civis em greve há quase dois meses – a paralisação começou em 16 de setembro – devem se reunir em assembléia na manhã desta terça-feira (4), na sede do Sindicato dos Investigadores do estado de São Paulo, para definir os próximos passos na negociação da categoria com o governo do estado.

 

O presidente do sindicato, João Batista Rebouças, confirmou que, daqui para frente, a categoria deve seguir os passos do governador José Serra (PSDB) em seus compromissos públicos para pressioná-lo.

 

O reajuste proposto pelo governador para os policiais civis é de 6,5% neste ano e mais 6,5% em 2009. Os representantes da Polícia Civil querem um reajuste de 15% agora, 12% no ano que vem e mais 12% em 2010.

 

"Os policiais são acusados de intransigência, mas quem não está facilitando o diálogo é o governo", disse o presidente do sindicato dos investigadores. Rebouças mencionou que na última sexta-feira houve uma audiência pública na Assembléia Legislativa, mas o governo não enviou nenhum secretário para negociar com os grevistas.

Fonte: Radiobrás

Cerca de 7 mil policiais civis estiveram, nesta segunda-feira (27), no centro de São Paulo para reivindicar melhores salários e condições de trabalho. A estimativa é da Associação dos Delegados de Polícia Civil do estado de São Paulo (Adpesp), uma das entidades que organizaram a paralisação.

 

Um dia após o término do processo eleitoral, o diretor da Adpesp, André Dahmer, fez questão de frisar que o caráter da mobilização não é político, como sugerido dias atrás pelo governador do estado, José Serra.

 

"Esta greve não tem nada a ver com política. Este movimento existe desde o começo do ano, chegou a este ponto por falta de negociações com o governo", disse o diretor da Adpesp, André Dahmer.

 

"Eles vão empurrar mais dois anos e então dizer novamente dizer que a paralisação é para prejudicar o processo eleitoral?", questionou o diretor em entrevista à Agência Brasil.

 

Os manifestantes se reuniram na praça da Sé e caminharam até a sede da Secretaria de Segurança Pública levando um caixão. "Queremos fazer um enterro simbólico de José Serra", gritavam os policiais. Vestindo uma camiseta com a foto do governador de São Paulo, muitos acusavam-no de matar a polícia.

 

Em greve desde o dia 16 de setembro, os policiais civis tiveram um conflito com policiais militares no dia 16 de outubro. "Vamos apurar quem mandou a tropa de choque ao nosso encontro. Temos uma série de medidas judiciais e políticas a serem tomadas", completou Dahmer sobre o episódio que aconteceu na frente do Palácio do Governo.

 

Durante toda a caminhada, os manifestantes também pediram que o secretário de segurança pública, Ronaldo Marzagão, renuncie ao cargo. Segundo os policiais, a mobilização não tem data para acabar. "Vamos ao Palácio novamente falar com o governador", completou Dahmer.

 

Categoria pára no Rio

Os agentes da Polícia Civil do Rio de Janeiro vão parar por duas horas, nesta quarta-feira (29), seguindo orientação de policiais civis de todo o Brasil. A paralisação é em apoio aos policiais de São Paulo, que já estão em greve desde o dia 16 de setembro. Além disso, o presidente do sindicato dos policiais civis do Rio, Fernando Bandeira, afirmou que, durante o ato, haverá uma assembléia para discutir uma possível greve prolongada.

 

No Rio de Janeiro, os policiais civis vão parar as atividades das 14h às 16h desta quarta. As delegacias estarão abertas nesse período, mas apenas casos de emergência serão atendidos.

 

De acordo com Fernando Bandeira, os policiais não estão reivindicando aumento salarial, mas o retorno de uma gratificação, retirada em 2001, que significaria um aumento de 70% sobre o salário.

 

"O nosso objetivo é retomar as negociações com o governo e também dar um grande apoio aos nossos companheiros de São Paulo, que estão em greve há mais de um mês. Como também São Paulo vive um problema tão grave quanto o Rio de Janeiro, isto é, com efetivo pequeno, salários muitos baixos e condições de trabalho precárias, isso está nos levando a buscar uma unificação do movimento", declarou Fernando Bandeira.

 

Os policiais civis participaram, na quinta-feira passada (23), de uma passeata dos servidores estaduais até as proximidades da casa do governador Sérgio Cabral. Servidores das áreas de saúde, educação, justiça e segurança caminharam do Arpoador até o Leblon para pedir melhorias salariais

Publicado: 28/10/2008 11:24 | Visualizações: 372

SP: policiais civis em greve protestam no centro da cidade

Fonte: Radiobrás

Cerca de 7 mil policiais civis estiveram, nesta segunda-feira (27), no centro de São Paulo para reivindicar melhores salários e condições de trabalho. A estimativa é da Associação dos Delegados de Polícia Civil do estado de São Paulo (Adpesp), uma das entidades que organizaram a paralisação.

 

Um dia após o término do processo eleitoral, o diretor da Adpesp, André Dahmer, fez questão de frisar que o caráter da mobilização não é político, como sugerido dias atrás pelo governador do estado, José Serra.

 

"Esta greve não tem nada a ver com política. Este movimento existe desde o começo do ano, chegou a este ponto por falta de negociações com o governo", disse o diretor da Adpesp, André Dahmer.

 

"Eles vão empurrar mais dois anos e então dizer novamente dizer que a paralisação é para prejudicar o processo eleitoral?", questionou o diretor em entrevista à Agência Brasil.

 

Os manifestantes se reuniram na praça da Sé e caminharam até a sede da Secretaria de Segurança Pública levando um caixão. "Queremos fazer um enterro simbólico de José Serra", gritavam os policiais. Vestindo uma camiseta com a foto do governador de São Paulo, muitos acusavam-no de matar a polícia.

 

Em greve desde o dia 16 de setembro, os policiais civis tiveram um conflito com policiais militares no dia 16 de outubro. "Vamos apurar quem mandou a tropa de choque ao nosso encontro. Temos uma série de medidas judiciais e políticas a serem tomadas", completou Dahmer sobre o episódio que aconteceu na frente do Palácio do Governo.

 

Durante toda a caminhada, os manifestantes também pediram que o secretário de segurança pública, Ronaldo Marzagão, renuncie ao cargo. Segundo os policiais, a mobilização não tem data para acabar. "Vamos ao Palácio novamente falar com o governador", completou Dahmer.

 

Categoria pára no Rio

Os agentes da Polícia Civil do Rio de Janeiro vão parar por duas horas, nesta quarta-feira (29), seguindo orientação de policiais civis de todo o Brasil. A paralisação é em apoio aos policiais de São Paulo, que já estão em greve desde o dia 16 de setembro. Além disso, o presidente do sindicato dos policiais civis do Rio, Fernando Bandeira, afirmou que, durante o ato, haverá uma assembléia para discutir uma possível greve prolongada.

 

No Rio de Janeiro, os policiais civis vão parar as atividades das 14h às 16h desta quarta. As delegacias estarão abertas nesse período, mas apenas casos de emergência serão atendidos.

 

De acordo com Fernando Bandeira, os policiais não estão reivindicando aumento salarial, mas o retorno de uma gratificação, retirada em 2001, que significaria um aumento de 70% sobre o salário.

 

"O nosso objetivo é retomar as negociações com o governo e também dar um grande apoio aos nossos companheiros de São Paulo, que estão em greve há mais de um mês. Como também São Paulo vive um problema tão grave quanto o Rio de Janeiro, isto é, com efetivo pequeno, salários muitos baixos e condições de trabalho precárias, isso está nos levando a buscar uma unificação do movimento", declarou Fernando Bandeira.

 

Os policiais civis participaram, na quinta-feira passada (23), de uma passeata dos servidores estaduais até as proximidades da casa do governador Sérgio Cabral. Servidores das áreas de saúde, educação, justiça e segurança caminharam do Arpoador até o Leblon para pedir melhorias salariais

Fonte: Vermelho

O segmento dos metalúrgicos vinculados ao chamado Grupo 10 da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) — que reúne entre 150 mil e 180 mil trabalhadores — pode paralisar as atividades a partir desta terça-feira (28). A greve será deflagrada se não houver, até o final do dia de hoje (27), uma negociação, a exemplo do que ocorreu no caso da maior parte da categoria, filiada à Força Sindical.

 

Em todo o estado de São Paulo, há cerca de 750 mil trabalhadores no ramo, e a Força Sindical tem 54 sindicatos de metalúrgicos. A categoria reivindica reajuste salarial que reponha a inflação dos últimos 12 meses, aumento real, melhoria do piso salarial, jornada de 40 horas semanais, fim da terceirização e do trabalho precário.

 

Segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, Miguel Torres, onde a base soma cerca de 60 mil trabalhadores, a maior parte da categoria no estado já fechou acordos, conquistando ganhos reais entre 3% e 3,6%, mais a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

 

Com base na estimativa do Banco Central de uma inflação em outubro em 0,38% ou 0,40%, Torres acredita que o reajuste dos salários possa ficar próximo de 10,3%. Sobre o fato de os empresários do Grupo 10 não terem ainda concordado em estender esse nível de correção, o líder sindical afirmou ter “estranhado” esse comportamento, embora reconheça que a crise financeira internacional possa influenciar as decisões.

 

“Estou estranhando porque entre os grupos que aceitaram pagar o reajuste estão empresas pequenas. A gente sabe que pode ocorrer efeitos da crise, mas acreditamos que ainda assim pode ser feito um esforço para atender a classe trabalhadora”, disse Torres.

 

Pela manhã, a assessoria de imprensa da Fiesp informou que não estava prevista nenhuma rodada de negociações. Entre as indústrias sujeitas à paralisação estão os setores de lâmpadas e de iluminação; de proteção e tratamentos de superfícies, estamparia em latas e folhas metálicas.

Publicado: 28/10/2008 10:21 | Visualizações: 343

SP: metalúrgicos podem iniciar greve a partir desta terça (28)

Fonte: Vermelho

O segmento dos metalúrgicos vinculados ao chamado Grupo 10 da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) — que reúne entre 150 mil e 180 mil trabalhadores — pode paralisar as atividades a partir desta terça-feira (28). A greve será deflagrada se não houver, até o final do dia de hoje (27), uma negociação, a exemplo do que ocorreu no caso da maior parte da categoria, filiada à Força Sindical.

 

Em todo o estado de São Paulo, há cerca de 750 mil trabalhadores no ramo, e a Força Sindical tem 54 sindicatos de metalúrgicos. A categoria reivindica reajuste salarial que reponha a inflação dos últimos 12 meses, aumento real, melhoria do piso salarial, jornada de 40 horas semanais, fim da terceirização e do trabalho precário.

 

Segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, Miguel Torres, onde a base soma cerca de 60 mil trabalhadores, a maior parte da categoria no estado já fechou acordos, conquistando ganhos reais entre 3% e 3,6%, mais a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

 

Com base na estimativa do Banco Central de uma inflação em outubro em 0,38% ou 0,40%, Torres acredita que o reajuste dos salários possa ficar próximo de 10,3%. Sobre o fato de os empresários do Grupo 10 não terem ainda concordado em estender esse nível de correção, o líder sindical afirmou ter “estranhado” esse comportamento, embora reconheça que a crise financeira internacional possa influenciar as decisões.

 

“Estou estranhando porque entre os grupos que aceitaram pagar o reajuste estão empresas pequenas. A gente sabe que pode ocorrer efeitos da crise, mas acreditamos que ainda assim pode ser feito um esforço para atender a classe trabalhadora”, disse Torres.

 

Pela manhã, a assessoria de imprensa da Fiesp informou que não estava prevista nenhuma rodada de negociações. Entre as indústrias sujeitas à paralisação estão os setores de lâmpadas e de iluminação; de proteção e tratamentos de superfícies, estamparia em latas e folhas metálicas.

Fonte: CUT / DF

Nesta sexta-feira (25), a CUT/DF, o Sindsaúde (Sindicato dos Trabalhadores Públicos dos Trabalhadores do Distrito Federal), entre outras várias entidades sindicais e sociais e a população em geral, se reunião em frente ao Hospital de Santa Maria, às 9 horas, para realizar um ato contra a terceirização do hospital.

 

A Central vem atuando fortemente, através de debates, encontros e fóruns, para reverter a decisão formalizada pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no dia 9 de setembro.

 

Na discussão, o Conselho de Saúde conseguiu aprovar por seis votos favoráveis, dois contrários e uma abstenção para a mudança na gestão da unidade de saúde.

 

Mas o hospital só terá os atendimentos liberados após o envio da decisão ao Tribunal de Contas do DF e publicação do documento no Diário Oficial do DF. Feito isso, poderá ser iniciado o processo de escolha da entidade que irá gerir o hospital.

 

“Nós somos terminantemente contra a terceirização do Hospital de Santa Maria. Isso não resolve os problemas da população, o que resolve é o investimento no que temos hoje. O que falta são recursos humanos e investimento nas ações básicas de saúde”, defendeu Jefferson Bulhosa, secretário-geral da CUT-DF e do SindSaúde-DF.

 

Mais de R$ 100 milhões na terceirização

Inaugurado em abril, o Hospital de Santa Maria tem sete blocos de seis andares cada um e 384 leitos, sendo 44 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

 

O GDF investiu aproximadamente R$ 102 milhões e o governo federal, R$ 8 milhões na construção do hospital, que vai atender uma população de cerca de 120 mil pessoas.

 

A proposta de terceirizar a gestão do Hospital Regional de Santa Maria foi anunciada pelo governador José Roberto Arruda no dia da inauguração, em 30 de abril.

Publicado: 23/10/2008 11:08 | Visualizações: 453

DF: Sindsaúde realiza manifestação contra a terceirização

Fonte: CUT / DF

Nesta sexta-feira (25), a CUT/DF, o Sindsaúde (Sindicato dos Trabalhadores Públicos dos Trabalhadores do Distrito Federal), entre outras várias entidades sindicais e sociais e a população em geral, se reunião em frente ao Hospital de Santa Maria, às 9 horas, para realizar um ato contra a terceirização do hospital.

 

A Central vem atuando fortemente, através de debates, encontros e fóruns, para reverter a decisão formalizada pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no dia 9 de setembro.

 

Na discussão, o Conselho de Saúde conseguiu aprovar por seis votos favoráveis, dois contrários e uma abstenção para a mudança na gestão da unidade de saúde.

 

Mas o hospital só terá os atendimentos liberados após o envio da decisão ao Tribunal de Contas do DF e publicação do documento no Diário Oficial do DF. Feito isso, poderá ser iniciado o processo de escolha da entidade que irá gerir o hospital.

 

“Nós somos terminantemente contra a terceirização do Hospital de Santa Maria. Isso não resolve os problemas da população, o que resolve é o investimento no que temos hoje. O que falta são recursos humanos e investimento nas ações básicas de saúde”, defendeu Jefferson Bulhosa, secretário-geral da CUT-DF e do SindSaúde-DF.

 

Mais de R$ 100 milhões na terceirização

Inaugurado em abril, o Hospital de Santa Maria tem sete blocos de seis andares cada um e 384 leitos, sendo 44 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

 

O GDF investiu aproximadamente R$ 102 milhões e o governo federal, R$ 8 milhões na construção do hospital, que vai atender uma população de cerca de 120 mil pessoas.

 

A proposta de terceirizar a gestão do Hospital Regional de Santa Maria foi anunciada pelo governador José Roberto Arruda no dia da inauguração, em 30 de abril.

Correio Braziliense

Governador Arruda assina o decreto que cria o Bônus de Desempenho Educacional. Na prática, um vencimento a mais para professores e servidores que cumprirem metas de aprimoramento do ensino

 

No fim do ano que vem, professores e funcionários da rede pública de ensino do DF que cumprirem metas de desempenho receberão um 14º salário. O governador José Roberto Arruda (DEM) assinou nesta quarta-feira (15), Dia do Professor, o decreto que cria o Bônus de Desempenho Educacional. O incentivo, comum nas empresas privadas, será pago a quem alcançar metas de melhoria no ensino oferecido a quase 500 mil alunos.

 

O 14º salário pode beneficiar 41 mil funcionários. “É o aumento para os bons professores e favorece o aprimoramento. Pode não ser bom para o sindicato, mas é bom para os professores”, disse o governador Arruda, respondendo às críticas do Sinpro. Para o Sindicato dos Professores, o decreto favorece uma minoria. “Em estados em que foi aplicado, o 14º não trouxe ganhos pedagógicos. Além disso, ele não será pago aos aposentados e aos afastados por doença”, afirma Antônio Lisboa, diretor do Sinpro.

 

O patamar de qualidade e os valores serão definidos na regulamentação da lei, mas o termômetro do desempenho foi definido. A base será a melhoria do fluxo escolar e o aprendizado dos alunos, além da qualidade da gestão. A primeira variável será pautada pela diminuição da repetência, da evasão e da distorção entre idade e série. Também contará o aumento da aprovação.

 

Já a qualidade do ensino será comprovada pelo crescimento de cada escola no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, tendo como referencial o ano de 2005. O índice é calculado pelo Ministério da Educação e leva em conta o resultado da Prova Brasil.

 

A idéia do governo é premiar as instituições e regionais de ensino que se esforçarem para melhorar. Por isso, vale a comparação da escola com ela mesma. Na prática, o GDF vai cobrar que cada grupo de professores e funcionários mantenham curva ascendente na qualidade de ensino

Publicado: 16/10/2008 11:14 | Visualizações: 461

DF: professor terá 14º a partir de 2009, mas só se merecer

Correio Braziliense

Governador Arruda assina o decreto que cria o Bônus de Desempenho Educacional. Na prática, um vencimento a mais para professores e servidores que cumprirem metas de aprimoramento do ensino

 

No fim do ano que vem, professores e funcionários da rede pública de ensino do DF que cumprirem metas de desempenho receberão um 14º salário. O governador José Roberto Arruda (DEM) assinou nesta quarta-feira (15), Dia do Professor, o decreto que cria o Bônus de Desempenho Educacional. O incentivo, comum nas empresas privadas, será pago a quem alcançar metas de melhoria no ensino oferecido a quase 500 mil alunos.

 

O 14º salário pode beneficiar 41 mil funcionários. “É o aumento para os bons professores e favorece o aprimoramento. Pode não ser bom para o sindicato, mas é bom para os professores”, disse o governador Arruda, respondendo às críticas do Sinpro. Para o Sindicato dos Professores, o decreto favorece uma minoria. “Em estados em que foi aplicado, o 14º não trouxe ganhos pedagógicos. Além disso, ele não será pago aos aposentados e aos afastados por doença”, afirma Antônio Lisboa, diretor do Sinpro.

 

O patamar de qualidade e os valores serão definidos na regulamentação da lei, mas o termômetro do desempenho foi definido. A base será a melhoria do fluxo escolar e o aprendizado dos alunos, além da qualidade da gestão. A primeira variável será pautada pela diminuição da repetência, da evasão e da distorção entre idade e série. Também contará o aumento da aprovação.

 

Já a qualidade do ensino será comprovada pelo crescimento de cada escola no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, tendo como referencial o ano de 2005. O índice é calculado pelo Ministério da Educação e leva em conta o resultado da Prova Brasil.

 

A idéia do governo é premiar as instituições e regionais de ensino que se esforçarem para melhorar. Por isso, vale a comparação da escola com ela mesma. Na prática, o GDF vai cobrar que cada grupo de professores e funcionários mantenham curva ascendente na qualidade de ensino