Notícias nos Estados
A Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura do Pará (Fetagri) abriu, nesta quinta-feira (26), no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, o seu 7º Congresso estadual, com cerca de 300 trabalhadores rurais ligados aos 142 sindicatos de trabalhadores rurais filiados à entidade.
Nesta sexta-feira (27), a Fetagri lança a Campanha Estadual pelo limite da propriedade da terra, e campanha de combate à grilagem no campo. Entre os objetivos do 7° Congresso da Fetagri, destacam-se a análise de conjuntura política atual, com discussão sobre a política agrícola, agrária e ambiental do Brasil e no estado. Será debatido também a formação, organização sindical dos agricultores e assalariados rurais e o seu papel estratégico no contexto da sociedade rural. Assim como as políticas sociais, a questão da mulher e da juventude rural. Neste ano, a Fetagri/PA também comemora 40 anos de história, lutas, conquistas e aprendizados, com atuação na defesa e no direito ao acesso nas políticas públicas. Limite da propriedade da terra A campanha será iniciada com a coleta de um milhão de assinaturas com o objetivo de apresentar um projeto de lei com caráter popular no Congresso Nacional para garantir que toda e qualquer propriedade de terra no Brasil tenha um limite, impedindo com isto a concentração de terras e o crescimento do latifúndio no Brasil. Será lançada a campanha de combate à grilagem no campo, com o objetivo de sensibilizar a sociedade sobre as fraudes nos cartórios. Ainda hoje, a partir das 19 horas, será feito o ato de comemoração dos 40 anos da Fetagri, quando será apresentado, pelo Instituto de Terras do Pará-Iterpa, a portaria de criação de sete assentamentos estaduais de reforma agrária nos municípios de Bujarú, Tailândia, Bom Jesus do Tocantins e Rondon do Pará beneficiando cerca de 500 famílias. (Fonte: Fetagri, no Diário do Pará)
A entidade lança, com base na campanha nacional, a campanha estadual pelo limite da propriedade da terra, em defesa da reforma agrária e da soberania territorial e alimentar. Faz parte da luta da entidade pela regularização fundiária e reforma agrária.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), no estado do Pará existe trinta milhões de hectares grilados.
PA: Fetagri completa 40 anos e promove 7º congresso estadual
A Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura do Pará (Fetagri) abriu, nesta quinta-feira (26), no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, o seu 7º Congresso estadual, com cerca de 300 trabalhadores rurais ligados aos 142 sindicatos de trabalhadores rurais filiados à entidade.
Nesta sexta-feira (27), a Fetagri lança a Campanha Estadual pelo limite da propriedade da terra, e campanha de combate à grilagem no campo. Entre os objetivos do 7° Congresso da Fetagri, destacam-se a análise de conjuntura política atual, com discussão sobre a política agrícola, agrária e ambiental do Brasil e no estado. Será debatido também a formação, organização sindical dos agricultores e assalariados rurais e o seu papel estratégico no contexto da sociedade rural. Assim como as políticas sociais, a questão da mulher e da juventude rural. Neste ano, a Fetagri/PA também comemora 40 anos de história, lutas, conquistas e aprendizados, com atuação na defesa e no direito ao acesso nas políticas públicas. Limite da propriedade da terra A campanha será iniciada com a coleta de um milhão de assinaturas com o objetivo de apresentar um projeto de lei com caráter popular no Congresso Nacional para garantir que toda e qualquer propriedade de terra no Brasil tenha um limite, impedindo com isto a concentração de terras e o crescimento do latifúndio no Brasil. Será lançada a campanha de combate à grilagem no campo, com o objetivo de sensibilizar a sociedade sobre as fraudes nos cartórios. Ainda hoje, a partir das 19 horas, será feito o ato de comemoração dos 40 anos da Fetagri, quando será apresentado, pelo Instituto de Terras do Pará-Iterpa, a portaria de criação de sete assentamentos estaduais de reforma agrária nos municípios de Bujarú, Tailândia, Bom Jesus do Tocantins e Rondon do Pará beneficiando cerca de 500 famílias. (Fonte: Fetagri, no Diário do Pará)
A entidade lança, com base na campanha nacional, a campanha estadual pelo limite da propriedade da terra, em defesa da reforma agrária e da soberania territorial e alimentar. Faz parte da luta da entidade pela regularização fundiária e reforma agrária.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), no estado do Pará existe trinta milhões de hectares grilados.
Em congresso realizado, nesta quarta-feira (25), a Força Sindical formalizou a fundação da entidade no Distrito Federal. Em Brasília, a central será presidida pelo dirigente sindical Epaminondas Lino de Jesus, que é superintendente do DIAP e coordenador do Dieese no DF e, também, da diretoria do Sindaf.
A solenidade em Brasília contou com a presença do presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT/SP), do deputado federal João Dado (PDT/SP) e do secretário de Políticas de Emprego do Ministério do Trabalho, Ezequiel Nascimento, representando o ministro Carlos Lupi. O presidente da Força Sindical falou da satisfação em participar da maior reunião da central em Brasília. "O DF era a única unidade federativa que ainda não havia criado base da Força, que hoje reúne 1.400 sindicatos filiados em todo País", relatou Paulinho. Luta conjunta O parlamentar lembrou as lutas na tramitação da reforma da Previdência, na definição da política de aumento real do salário mínimo até 2023, na regulamentação do trabalho aos domingos, no reconhecimento legal das centrais, entre várias iniciativas. Paulinho alertou aos presentes que o momento é de resistência, "porque a pauta do Congresso nesta sessão legislativa poderá ser influenciada negativamente pela crise, com prejuízo aos trabalhadores, uma vez que projetos como o da terceirização ganham fôlego". Atuação no Congresso O secretário de Políticas de Emprego do MTE, Ezequiel Nascimento, criticou a postura de alguns empresários que aproveitam o cenário de crise para propor acordos desfavoráveis ao trabalhador e para demitir em massa. "A organização dos trabalhadores é imprescindível para banir essas atitudes". Direção em Brasília O dirigente disse que o evento de hoje é histórico porque "a criação da Força em Brasília atende à antiga demanda dos sindicatos filiados. A partir de agora, vamos trabalhar redobrado para aglutinar o maior número possível de entidades sindicais do DF". E acrescentou: "Esse é nosso principal desafio". Estar baseado em Brasília, segundo o sindicalista, também é importante porque "os atos ocorridos aqui acabam gerando grande repercussão nacional". O presidente da Força Sindical no DF declarou ainda que vai dar prioridade às medidas para fortalecer a unidade do movimento sindical por meio da atuação conjunta das centrais sindicais.
Mesmo sem a seccional em Brasília, entretanto, Paulinho ressaltou que a Força Sindical, em conjunto com as outras centrais sindicais, vem atuando decisivamente nas instâncias dos poderes públicos, em especial no Legislativo.
O deputado João Dado reforçou a importância da atuação das centrais no Congresso Nacional para defender os interesses dos trabalhadores. Ele destacou o papel do presidente da Força Sindical na batalha contra a Emenda 3 do projeto da Super-Receita, que precariza as relações de trabalho.
O Congresso de Brasília elegeu Epaminondas Lino de Jesus para presidir a seccional da Força no Distrito Federal. Epaminondas é diretor do Sindaf - Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência Social e Formação Profissional do DF.
DF: entidades sindicais fundam Força Sindical em Brasília
Em congresso realizado, nesta quarta-feira (25), a Força Sindical formalizou a fundação da entidade no Distrito Federal. Em Brasília, a central será presidida pelo dirigente sindical Epaminondas Lino de Jesus, que é superintendente do DIAP e coordenador do Dieese no DF e, também, da diretoria do Sindaf.
A solenidade em Brasília contou com a presença do presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT/SP), do deputado federal João Dado (PDT/SP) e do secretário de Políticas de Emprego do Ministério do Trabalho, Ezequiel Nascimento, representando o ministro Carlos Lupi. O presidente da Força Sindical falou da satisfação em participar da maior reunião da central em Brasília. "O DF era a única unidade federativa que ainda não havia criado base da Força, que hoje reúne 1.400 sindicatos filiados em todo País", relatou Paulinho. Luta conjunta O parlamentar lembrou as lutas na tramitação da reforma da Previdência, na definição da política de aumento real do salário mínimo até 2023, na regulamentação do trabalho aos domingos, no reconhecimento legal das centrais, entre várias iniciativas. Paulinho alertou aos presentes que o momento é de resistência, "porque a pauta do Congresso nesta sessão legislativa poderá ser influenciada negativamente pela crise, com prejuízo aos trabalhadores, uma vez que projetos como o da terceirização ganham fôlego". Atuação no Congresso O secretário de Políticas de Emprego do MTE, Ezequiel Nascimento, criticou a postura de alguns empresários que aproveitam o cenário de crise para propor acordos desfavoráveis ao trabalhador e para demitir em massa. "A organização dos trabalhadores é imprescindível para banir essas atitudes". Direção em Brasília O dirigente disse que o evento de hoje é histórico porque "a criação da Força em Brasília atende à antiga demanda dos sindicatos filiados. A partir de agora, vamos trabalhar redobrado para aglutinar o maior número possível de entidades sindicais do DF". E acrescentou: "Esse é nosso principal desafio". Estar baseado em Brasília, segundo o sindicalista, também é importante porque "os atos ocorridos aqui acabam gerando grande repercussão nacional". O presidente da Força Sindical no DF declarou ainda que vai dar prioridade às medidas para fortalecer a unidade do movimento sindical por meio da atuação conjunta das centrais sindicais.
Mesmo sem a seccional em Brasília, entretanto, Paulinho ressaltou que a Força Sindical, em conjunto com as outras centrais sindicais, vem atuando decisivamente nas instâncias dos poderes públicos, em especial no Legislativo.
O deputado João Dado reforçou a importância da atuação das centrais no Congresso Nacional para defender os interesses dos trabalhadores. Ele destacou o papel do presidente da Força Sindical na batalha contra a Emenda 3 do projeto da Super-Receita, que precariza as relações de trabalho.
O Congresso de Brasília elegeu Epaminondas Lino de Jesus para presidir a seccional da Força no Distrito Federal. Epaminondas é diretor do Sindaf - Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência Social e Formação Profissional do DF.
Servidores públicos municipais entraram em greve, nesta segunda-feira (23), e ocuparam o pátio da Secretaria Municipal de Finanças, no Centro de Maceió. Liderados pelo sindicato da categoria, eles reivindicam reajuste salarial e a instituição de um Plano de Cargo e Carreira. A ocupação ocorreu logo após uma passeata dos servidores grevistas pelas ruas do centro.
Segundo o secretário de comunicação do prefeito Cícero Almeida (PP), Marcelo Firmino, a Procuradoria Geral do Município estuda entrar com uma ação na Justiça para pedir que seja decretada a ilegalidade da greve e garantir o funcionamento da Secretaria de Finanças. "Precisamos garantir o livre acesso dos servidores que quiserem trabalhar, além dos usuários que procuram a Secretaria", disse Firmino. Disparidade "O prefeito disse que o aumento não foi concedido por ele, que foi aprovado pela Câmara no final da gestão passada, mas nós não temos nada com isso, reivindicamos apenas um tratamento isonômico", afirmou o sindicalista. Em entrevista à imprensa, o prefeito negou que servidores estivessem sofrendo 'perseguição' em algumas secretarias para não aderirem à greve. Almeida disse que a prefeitura está com problemas na arrecadação de recursos, por isso não pode conceder 80% de reajuste salarial. Ele disse que no primeiro trimestre deste ano a arrecadação teve uma queda de 40% em relação a igual período do ano passado. "A nossa arrecadação, que era de R$ 30 milhões, caiu para R$ 8 ou R$ 9 milhões. Existe uma crise nacional, e é necessário que haja uma preocupação por parte de todos. Esperávamos dinheiro do Governo Federal que não chegou. Foi um tombo por cima do outro", argumentou o prefeito. "Por isso, estamos pensando em cortar despesas e onde pudermos cortar vamos cortar. A secretaria que tiver que fechar, vai fechar", afirmou Almeida, rebatendo as declarações de Lopes, de que cerca de 4 mil servidores teriam aderindo à paralisação por tempo indeterminado. Reunião "Os servidores entendem a situação que estamos vivendo", afirmou. Almeida desmentiu que teria proposto R$ 1 real de reajuste às categorias e a oferta teria despertado a indignação dos trabalhadores. "Isso não existe. Seria 'medíocre' da minha parte". O prefeito também revelou que haverá uma reunião 'decisiva' amanhã, quando serão discutidas as finanças do município e a possibilidade de um reajuste salarial para todos os servidores. "Não adianta a gente oferecer uma coisa e amanhã não poder pagar. Por isso, só vamos oferecer aquilo que podemos pagar", disse ele. (Fonte:Agência Estado)
O presidente do Sindicato de Servidores da Prefeitura (Sindpref), Sidney Lopes, disse que o prefeito apresentou uma proposta de reajuste de 5% para os servidores, mas reajustou o salário dele e dos secretários municipais em 80%, no início do ano.
Segundo o prefeito, a greve se restringe à categoria dos guardas municipais. "Só os guardas pararam e justo eles, que foram os servidores que mais se beneficiaram com o último reajuste. Os demais órgãos funcionam normalmente, todos estão trabalhando".
AL: servidores municipais entram em greve por salário e PCC
Servidores públicos municipais entraram em greve, nesta segunda-feira (23), e ocuparam o pátio da Secretaria Municipal de Finanças, no Centro de Maceió. Liderados pelo sindicato da categoria, eles reivindicam reajuste salarial e a instituição de um Plano de Cargo e Carreira. A ocupação ocorreu logo após uma passeata dos servidores grevistas pelas ruas do centro.
Segundo o secretário de comunicação do prefeito Cícero Almeida (PP), Marcelo Firmino, a Procuradoria Geral do Município estuda entrar com uma ação na Justiça para pedir que seja decretada a ilegalidade da greve e garantir o funcionamento da Secretaria de Finanças. "Precisamos garantir o livre acesso dos servidores que quiserem trabalhar, além dos usuários que procuram a Secretaria", disse Firmino. Disparidade "O prefeito disse que o aumento não foi concedido por ele, que foi aprovado pela Câmara no final da gestão passada, mas nós não temos nada com isso, reivindicamos apenas um tratamento isonômico", afirmou o sindicalista. Em entrevista à imprensa, o prefeito negou que servidores estivessem sofrendo 'perseguição' em algumas secretarias para não aderirem à greve. Almeida disse que a prefeitura está com problemas na arrecadação de recursos, por isso não pode conceder 80% de reajuste salarial. Ele disse que no primeiro trimestre deste ano a arrecadação teve uma queda de 40% em relação a igual período do ano passado. "A nossa arrecadação, que era de R$ 30 milhões, caiu para R$ 8 ou R$ 9 milhões. Existe uma crise nacional, e é necessário que haja uma preocupação por parte de todos. Esperávamos dinheiro do Governo Federal que não chegou. Foi um tombo por cima do outro", argumentou o prefeito. "Por isso, estamos pensando em cortar despesas e onde pudermos cortar vamos cortar. A secretaria que tiver que fechar, vai fechar", afirmou Almeida, rebatendo as declarações de Lopes, de que cerca de 4 mil servidores teriam aderindo à paralisação por tempo indeterminado. Reunião "Os servidores entendem a situação que estamos vivendo", afirmou. Almeida desmentiu que teria proposto R$ 1 real de reajuste às categorias e a oferta teria despertado a indignação dos trabalhadores. "Isso não existe. Seria 'medíocre' da minha parte". O prefeito também revelou que haverá uma reunião 'decisiva' amanhã, quando serão discutidas as finanças do município e a possibilidade de um reajuste salarial para todos os servidores. "Não adianta a gente oferecer uma coisa e amanhã não poder pagar. Por isso, só vamos oferecer aquilo que podemos pagar", disse ele. (Fonte:Agência Estado)
O presidente do Sindicato de Servidores da Prefeitura (Sindpref), Sidney Lopes, disse que o prefeito apresentou uma proposta de reajuste de 5% para os servidores, mas reajustou o salário dele e dos secretários municipais em 80%, no início do ano.
Segundo o prefeito, a greve se restringe à categoria dos guardas municipais. "Só os guardas pararam e justo eles, que foram os servidores que mais se beneficiaram com o último reajuste. Os demais órgãos funcionam normalmente, todos estão trabalhando".
Fiscais do Ministério do Trabalho resgataram 280 trabalhadores em condições consideradas análogas à escravidão em fazenda de produção de biodiesel no Tocantins. Segundo eles, não havia condição adequada de alimentação e alojamento nem equipamentos de proteção.
O resgate é o maior do ano e é quase o dobro dos trabalhadores resgatados nos dois primeiros meses (149). A ação ocorreu em Caseara na semana passada e só foi divulgada nesta terça-feira (17). A fazenda é da empresa Saudibras. Segundo o ministério, dos 280, 153 trabalhadores não tinham carteira assinada. Os donos devem responder a ação civil pública. A Saudibras nega que houvesse trabalho análogo à escravidão e contesta o uso do termo "resgate" na operação. Também afirma que a propriedade foi vistoriada e nenhuma irregularidade foi encontrada. Segundo o advogado Ari José Santana, a comida tinha qualidade e os alojamentos eram de alvenaria. Ele diz que os trabalhadores não tinham carteira assinada porque haviam sido contratados dias antes, o que é permitido pela lei.
TO: Fiscais do Trabalho resgatam de 280 trabalhadores da escravidão
Fiscais do Ministério do Trabalho resgataram 280 trabalhadores em condições consideradas análogas à escravidão em fazenda de produção de biodiesel no Tocantins. Segundo eles, não havia condição adequada de alimentação e alojamento nem equipamentos de proteção.
O resgate é o maior do ano e é quase o dobro dos trabalhadores resgatados nos dois primeiros meses (149). A ação ocorreu em Caseara na semana passada e só foi divulgada nesta terça-feira (17). A fazenda é da empresa Saudibras. Segundo o ministério, dos 280, 153 trabalhadores não tinham carteira assinada. Os donos devem responder a ação civil pública. A Saudibras nega que houvesse trabalho análogo à escravidão e contesta o uso do termo "resgate" na operação. Também afirma que a propriedade foi vistoriada e nenhuma irregularidade foi encontrada. Segundo o advogado Ari José Santana, a comida tinha qualidade e os alojamentos eram de alvenaria. Ele diz que os trabalhadores não tinham carteira assinada porque haviam sido contratados dias antes, o que é permitido pela lei.
O PT da Bahia aprovou resolução em que confirma o nome do atual governador do estado, Jaques Wagner, como candidato à reeleição no ano que vem. De acordo com o partido, o principal objetivo para 2010 será manter a aliança que levou Wagner à vitória em 2006.
Para isso, os petistas já iniciaram um tratamento diferenciado ao PMDB, que nas eleições municipais de 2008 venceu a disputa com o PT pela Prefeitura de Salvador, o que levou a alguns rompimentos.
Após a vitória do prefeito João Henrique Carneiro (PMDB), Wagner anunciou seu rompimento com o peemedebista, embora os partidos continuem aliados no Governo estadual.
A principal arma de sedução do PT ao PMDB será a vaga de senador na chapa de 2010, o que, para o presidente do diretório estadual da sigla, Lúcio Vieira Lima, ainda não representa que o acordo esteja fechado.
"O PT sinaliza com a vaga para o senado para o PMDB, mas ao mesmo tempo ele tem outros pré-candidatos ao Senado na chapa", afirma Lima, que é irmão do ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional).
O ministro, por sua vez, tem o nome cotado para disputar a vaga no Governo caso a aliança com o PT não se consolide. Durante as eleições municipais, ele também "protagonizou" desentendimentos com Wagner, colocando os cargos do PMDB no Governo à disposição do petista.
"Caso o partido, majoritariamente, venha a decidir pela candidatura própria, teremos duas candidaturas sem nenhum problema, sem representar necessariamente um rompimento, como ocorreu em 2008", afirma o presidente do PMDB da Bahia.
Wagner já declarou sua intenção de se candidatar à reeleição e espera, inclusive, dissidências nos partidos de oposição para fortalecer sua candidatura. O presidente da Assembleia, Marcelo Nilo, recentemente anunciou sua desfiliação do PSDB para poder apoiar a reeleição do petista.
De olho no calendário
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles formalizará em setembro, no prazo-limite, sua já acertada filiação ao PP, partido pelo qual pretende disputar o Governo de Goiás.
No entender de aliados, não haverá problema em que ele, já com a ficha assinada, continue na presidência do Banco Central até a data da desincompatibilização. Há quem discorde. (Com agências)
BA: PT lança Wagner à reeleição e tenta aproximação com PMDB
O PT da Bahia aprovou resolução em que confirma o nome do atual governador do estado, Jaques Wagner, como candidato à reeleição no ano que vem. De acordo com o partido, o principal objetivo para 2010 será manter a aliança que levou Wagner à vitória em 2006.
Para isso, os petistas já iniciaram um tratamento diferenciado ao PMDB, que nas eleições municipais de 2008 venceu a disputa com o PT pela Prefeitura de Salvador, o que levou a alguns rompimentos.
Após a vitória do prefeito João Henrique Carneiro (PMDB), Wagner anunciou seu rompimento com o peemedebista, embora os partidos continuem aliados no Governo estadual.
A principal arma de sedução do PT ao PMDB será a vaga de senador na chapa de 2010, o que, para o presidente do diretório estadual da sigla, Lúcio Vieira Lima, ainda não representa que o acordo esteja fechado.
"O PT sinaliza com a vaga para o senado para o PMDB, mas ao mesmo tempo ele tem outros pré-candidatos ao Senado na chapa", afirma Lima, que é irmão do ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional).
O ministro, por sua vez, tem o nome cotado para disputar a vaga no Governo caso a aliança com o PT não se consolide. Durante as eleições municipais, ele também "protagonizou" desentendimentos com Wagner, colocando os cargos do PMDB no Governo à disposição do petista.
"Caso o partido, majoritariamente, venha a decidir pela candidatura própria, teremos duas candidaturas sem nenhum problema, sem representar necessariamente um rompimento, como ocorreu em 2008", afirma o presidente do PMDB da Bahia.
Wagner já declarou sua intenção de se candidatar à reeleição e espera, inclusive, dissidências nos partidos de oposição para fortalecer sua candidatura. O presidente da Assembleia, Marcelo Nilo, recentemente anunciou sua desfiliação do PSDB para poder apoiar a reeleição do petista.
De olho no calendário
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles formalizará em setembro, no prazo-limite, sua já acertada filiação ao PP, partido pelo qual pretende disputar o Governo de Goiás.
No entender de aliados, não haverá problema em que ele, já com a ficha assinada, continue na presidência do Banco Central até a data da desincompatibilização. Há quem discorde. (Com agências)
Reeleito para presidência do Senge/AC, Sebastião Fonseca toma posse nesta quinta-feira (12), às 20h, no auditório da FIEAC (Federação das Indústrias do estado do Acre). Durante a solenidade, também, assumem os cargos de presidente do Crea/AC e Mutua, os engenheiros Amarildo Pinheiro e João de Deus.
Além da cerimônia de posse, faz parte da programação o lançamento do Fórum Internacional de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Sulamericana, importante evento de debate sobre sustentabilidade e preservação da região.
Segundo Fonseca, a reeleição permite a continuidade do trabalho em prol dos engenheiros e do desenvolvimento nacional.
"Uma das maiores conquistas foi a aprovação da Lei Cartaxo, do falecido deputado Francisco Cartaxo (PT), criando um plano de carreira e remuneração para profissionais de nível superior que ocupam cargos de engenheiro, arquiteto e outras profissões no âmbito da administração direta, das autarquias e fundações públicas do Acre", destaca.
"No mandato do triênio 2009/2011, lutaremos para ampliar a lei aos profissionais celetistas. Teremos como foco também a participação nos debates acerca do desenvolvimento sustentável da região amazônica".
E segue: "Em maio de 2010, vamos reunir representantes de países da América do Sul no Fórum Internacional de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Sulamericana. Nossa proposta é trazer à tona os desafios e as possíveis soluções para questões envolvendo a região", conclui.
AC: dirigentes do Senge, Crea e Mutua tomam posse no estado
Reeleito para presidência do Senge/AC, Sebastião Fonseca toma posse nesta quinta-feira (12), às 20h, no auditório da FIEAC (Federação das Indústrias do estado do Acre). Durante a solenidade, também, assumem os cargos de presidente do Crea/AC e Mutua, os engenheiros Amarildo Pinheiro e João de Deus.
Além da cerimônia de posse, faz parte da programação o lançamento do Fórum Internacional de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Sulamericana, importante evento de debate sobre sustentabilidade e preservação da região.
Segundo Fonseca, a reeleição permite a continuidade do trabalho em prol dos engenheiros e do desenvolvimento nacional.
"Uma das maiores conquistas foi a aprovação da Lei Cartaxo, do falecido deputado Francisco Cartaxo (PT), criando um plano de carreira e remuneração para profissionais de nível superior que ocupam cargos de engenheiro, arquiteto e outras profissões no âmbito da administração direta, das autarquias e fundações públicas do Acre", destaca.
"No mandato do triênio 2009/2011, lutaremos para ampliar a lei aos profissionais celetistas. Teremos como foco também a participação nos debates acerca do desenvolvimento sustentável da região amazônica".
E segue: "Em maio de 2010, vamos reunir representantes de países da América do Sul no Fórum Internacional de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Sulamericana. Nossa proposta é trazer à tona os desafios e as possíveis soluções para questões envolvendo a região", conclui.
"reportagem" publicada, neste domingo (8), pelo Correio Braziliense (DF) agride todos os manuais do bom jornalismo e joga sobre os professores a pecha de criminosos, caso eles façam uma greve para fazer valer os seus direitos.
O diretor de imprensa do Sinpro, Antônio Lisboa, concedeu no sábado (7) uma entrevista de quase 40 minutos ao Correio Braziliense.
"É verdade que a repórter estava mais direcionada a perguntar sobre os custos da festa de 30 anos do Sinpro, mas o diretor explicou e buscou o tempo todo falar sobre os motivos da mobilização da categoria", ironiza Lisboa
"Não publicaram nenhuma linha do que foi explicado ao repórter. Infelizmente, essa recusa em nos ouvir não é uma prerrogativa apenas do Correio. Convocamos uma entrevista coletiva na terça-feira passada para apresentarmos os dados da pesquisa do Dieese, mas como se combinados, nenhum órgão de imprensa compareceu", comentou.
Indignação
"Os professores estão justamente indignados com a reportagem e devem rechaçar as tentativas de descaracterizar a nossa luta, nos chamando de irresponsáveis e criminosos. Essa é apenas uma mostra das forças que estão em jogo neste momento e por este motivo é que alertamos: é preciso que estejamos bastante atentos para defender nossos direitos", enfatizou o diretor do Sinpro.
"É apenas o começo dos ataques que sofreremos. Por isso, companheiros, consideramos que a única resposta que podemos dar a esse desrespeito é comparecer em peso ao ato, para mostrar ao governo que não nos intimidamos, porque sabemos que lutamos uma luta justa, pois a única coisa que queremos é ver cumprida uma lei", completou.
Leia a íntegra da carta do sindicato ao Correio:
"Ouvir o outro lado, regra básica
O Sindicato dos Professores manifesta sua mais total indignação com a forma desrespeitosa utilizada pelo Correio Braziliense para tratar da campanha salarial dos professores na edição do último domingo.
Em nosso entendimento, o jornal descumpriu a regra básica do bom jornalismo, a de ouvir os dois lados envolvidos no assunto em pauta. Desde o início da semana passada temos buscado a imprensa para mostrar os dados técnicos que embasam as nossas reivindicações, mas não somos ouvidos.
Já repassamos à imprensa o estudo técnico elaborado pelo Dieese que comprova a viabilidade do reajuste. Explicamos mais de uma vez que ele faz parte de uma lei aprovada pela Câmara Legislativa e sancionada pelo governador, e é diferenciado na perspectiva de começar a construir a isonomia salarial dos professores com outras categorias de nível superior do GDF.
Não apenas os professores do DF não têm os mais altos salários do País, como as outras carreiras, em relação a outras unidades da Federação, também não têm os maiores salários. Aqui no DF a carreira de professor está no 19° lugar entre 23 carreiras de mesmo nível do quadro de pessoal do DF.
Além de não nos ouvir, o Correio deixou de checar os dados apresentados pelo GDF. Há uma série de incorreções que podem ser facilmente desmontadas por dados do próprio Sistema Integrado de Gestão Governamental do DF (Siggo), inclusive no que diz respeito à arrecadação e à aplicação dos recursos.
Ao invés de checar os dados, de confrontar as informações dos dois lados, o Correio preferiu acusar os professores de criminosos, caso exerçam o direito constitucional de fazer uma greve para reivindicar seus direitos e para garantir que o GDF cumpra uma lei.
Diretoria Colegiada do Sindicato dos Professores"
DF: Sinpro contesta matéria do Correio e explica razões do movimento
"reportagem" publicada, neste domingo (8), pelo Correio Braziliense (DF) agride todos os manuais do bom jornalismo e joga sobre os professores a pecha de criminosos, caso eles façam uma greve para fazer valer os seus direitos.
O diretor de imprensa do Sinpro, Antônio Lisboa, concedeu no sábado (7) uma entrevista de quase 40 minutos ao Correio Braziliense.
"É verdade que a repórter estava mais direcionada a perguntar sobre os custos da festa de 30 anos do Sinpro, mas o diretor explicou e buscou o tempo todo falar sobre os motivos da mobilização da categoria", ironiza Lisboa
"Não publicaram nenhuma linha do que foi explicado ao repórter. Infelizmente, essa recusa em nos ouvir não é uma prerrogativa apenas do Correio. Convocamos uma entrevista coletiva na terça-feira passada para apresentarmos os dados da pesquisa do Dieese, mas como se combinados, nenhum órgão de imprensa compareceu", comentou.
Indignação
"Os professores estão justamente indignados com a reportagem e devem rechaçar as tentativas de descaracterizar a nossa luta, nos chamando de irresponsáveis e criminosos. Essa é apenas uma mostra das forças que estão em jogo neste momento e por este motivo é que alertamos: é preciso que estejamos bastante atentos para defender nossos direitos", enfatizou o diretor do Sinpro.
"É apenas o começo dos ataques que sofreremos. Por isso, companheiros, consideramos que a única resposta que podemos dar a esse desrespeito é comparecer em peso ao ato, para mostrar ao governo que não nos intimidamos, porque sabemos que lutamos uma luta justa, pois a única coisa que queremos é ver cumprida uma lei", completou.
Leia a íntegra da carta do sindicato ao Correio:
"Ouvir o outro lado, regra básica
O Sindicato dos Professores manifesta sua mais total indignação com a forma desrespeitosa utilizada pelo Correio Braziliense para tratar da campanha salarial dos professores na edição do último domingo.
Em nosso entendimento, o jornal descumpriu a regra básica do bom jornalismo, a de ouvir os dois lados envolvidos no assunto em pauta. Desde o início da semana passada temos buscado a imprensa para mostrar os dados técnicos que embasam as nossas reivindicações, mas não somos ouvidos.
Já repassamos à imprensa o estudo técnico elaborado pelo Dieese que comprova a viabilidade do reajuste. Explicamos mais de uma vez que ele faz parte de uma lei aprovada pela Câmara Legislativa e sancionada pelo governador, e é diferenciado na perspectiva de começar a construir a isonomia salarial dos professores com outras categorias de nível superior do GDF.
Não apenas os professores do DF não têm os mais altos salários do País, como as outras carreiras, em relação a outras unidades da Federação, também não têm os maiores salários. Aqui no DF a carreira de professor está no 19° lugar entre 23 carreiras de mesmo nível do quadro de pessoal do DF.
Além de não nos ouvir, o Correio deixou de checar os dados apresentados pelo GDF. Há uma série de incorreções que podem ser facilmente desmontadas por dados do próprio Sistema Integrado de Gestão Governamental do DF (Siggo), inclusive no que diz respeito à arrecadação e à aplicação dos recursos.
Ao invés de checar os dados, de confrontar as informações dos dois lados, o Correio preferiu acusar os professores de criminosos, caso exerçam o direito constitucional de fazer uma greve para reivindicar seus direitos e para garantir que o GDF cumpra uma lei.
Diretoria Colegiada do Sindicato dos Professores"
| Dom, 08 de Março de 2009 18:04 |
|
Trabalhadores de três categorias profissionais - farmacêuticos, empregados do setor do álcool e operários da construção civil - pedem aumento real de 6% a 7% em suas campanhas salariais. São setores que não teriam sido afetados de forma tão intensa pela crise e poderiam conceder reajustes acima da inflação, argumentam representantes de trabalhadores e técnicos do Dieese especialistas em negociação salarial. Se obtiverem os reajustes reivindicados, serão setores que irão na contramão da tendência de redução do número de acordos com ganhos acima da inflação, segundo previsão de analistas no início de ano. Os 37 mil farmacêuticos do estado de São Paulo pedem ao setor patronal aumento real de 7%, além de inflação estimada em torno de 6% para repor as perdas salariais nos últimos 12 meses e participação nos lucros e resultados. A pauta foi entregue na última quarta-feira (4). "As indústrias do setor tiveram aumento de faturamento de 19% em 2008. O setor reclama da falta de crédito para investimentos, mas teve ganhos de produção e faturamento. Agora, no fim de março, haverá reajuste dos medicamentos tabelados", diz Sérgio Luiz Leite, secretário-geral da Fequimfar, ligada à Força Sindical e que representa cerca de 10 mil trabalhadores do setor no estado. O setor abriu 326 vagas no Estado em janeiro, recuperando-se da perda de 330 no último mês do ano passado. No setor sucroalcooleiro, o pedido dos cerca de 25 mil trabalhadores é de 7% de ganho real, além de 5,89% de reposição da inflação pelo INPC. "É preciso melhor distribuição de renda no setor. Nos últimos anos, as usinas tiveram grande desenvolvimento com a venda do álcool combustível", diz Danilo Pereira da Silva, presidente da Fequimfar. Os trabalhadores pedem ainda PLR, piso salarial de R$ 1.000 e qualificação profissional. Na construção civil, 600 mil trabalhadores do Estado entregaram pauta na última terça aos setores patronais pedindo 6% de aumento, além de reposição da inflação, unificação dos pisos e redução da jornada para 40 horas semanais. Sérgio Watanabe, presidente do Sinduscon-SP (indústria da construção paulista), prevê negociações difíceis. "O cenário é de incertezas. No último trimestre de 2008, o ritmo de vendas caiu em torno de 50%. Será muito difícil para as empresas aumentarem seus custos fixos, concedendo aumento real". (Fonte: Folha de S.Paulo) |
SP: categorias pedem ganho real de 7% em negociação salarial
| Dom, 08 de Março de 2009 18:04 |
|
Trabalhadores de três categorias profissionais - farmacêuticos, empregados do setor do álcool e operários da construção civil - pedem aumento real de 6% a 7% em suas campanhas salariais. São setores que não teriam sido afetados de forma tão intensa pela crise e poderiam conceder reajustes acima da inflação, argumentam representantes de trabalhadores e técnicos do Dieese especialistas em negociação salarial. Se obtiverem os reajustes reivindicados, serão setores que irão na contramão da tendência de redução do número de acordos com ganhos acima da inflação, segundo previsão de analistas no início de ano. Os 37 mil farmacêuticos do estado de São Paulo pedem ao setor patronal aumento real de 7%, além de inflação estimada em torno de 6% para repor as perdas salariais nos últimos 12 meses e participação nos lucros e resultados. A pauta foi entregue na última quarta-feira (4). "As indústrias do setor tiveram aumento de faturamento de 19% em 2008. O setor reclama da falta de crédito para investimentos, mas teve ganhos de produção e faturamento. Agora, no fim de março, haverá reajuste dos medicamentos tabelados", diz Sérgio Luiz Leite, secretário-geral da Fequimfar, ligada à Força Sindical e que representa cerca de 10 mil trabalhadores do setor no estado. O setor abriu 326 vagas no Estado em janeiro, recuperando-se da perda de 330 no último mês do ano passado. No setor sucroalcooleiro, o pedido dos cerca de 25 mil trabalhadores é de 7% de ganho real, além de 5,89% de reposição da inflação pelo INPC. "É preciso melhor distribuição de renda no setor. Nos últimos anos, as usinas tiveram grande desenvolvimento com a venda do álcool combustível", diz Danilo Pereira da Silva, presidente da Fequimfar. Os trabalhadores pedem ainda PLR, piso salarial de R$ 1.000 e qualificação profissional. Na construção civil, 600 mil trabalhadores do Estado entregaram pauta na última terça aos setores patronais pedindo 6% de aumento, além de reposição da inflação, unificação dos pisos e redução da jornada para 40 horas semanais. Sérgio Watanabe, presidente do Sinduscon-SP (indústria da construção paulista), prevê negociações difíceis. "O cenário é de incertezas. No último trimestre de 2008, o ritmo de vendas caiu em torno de 50%. Será muito difícil para as empresas aumentarem seus custos fixos, concedendo aumento real". (Fonte: Folha de S.Paulo) |
| Qua, 04 de Março de 2009 00:53 |
|
O Sindicato dos Metalúrgicos de Porto Alegre estuda recorrer à Justiça do Trabalho para pedir a anulação de cerca de 40 demissões na Zamprogna. Os desligamentos foram efetuados, conforme o sindicato, depois de a empresa firmar um acordo com seus trabalhadores para o corte de 260 vagas no quadro de funcionários. A entidade informa que as rescisões foram feitas fora dos parâmetros previstos no acerto aprovado pelos trabalhadores da companhia no dia 18 de fevereiro. O entendimento previa a criação de um plano de demissão voluntária, além de critérios para o desligamento de outros empregados até completar a meta de cortar 260 pessoas. Os critérios acertados deixaram de ser cumpridos, segundo o diretor do sindicato, Alfredo Gonçalves. "Foram demitidos trabalhadores com mais de 20 anos de empresa, enquanto poucos aposentados e do setor administrativo foram desligados", afirma. (Fonte: Zero Hora, no blog O outro lado da notícia) |
RS: sindicato vai pedir na Justiça revisão de demissões da Zamprogna
| Qua, 04 de Março de 2009 00:53 |
|
O Sindicato dos Metalúrgicos de Porto Alegre estuda recorrer à Justiça do Trabalho para pedir a anulação de cerca de 40 demissões na Zamprogna. Os desligamentos foram efetuados, conforme o sindicato, depois de a empresa firmar um acordo com seus trabalhadores para o corte de 260 vagas no quadro de funcionários. A entidade informa que as rescisões foram feitas fora dos parâmetros previstos no acerto aprovado pelos trabalhadores da companhia no dia 18 de fevereiro. O entendimento previa a criação de um plano de demissão voluntária, além de critérios para o desligamento de outros empregados até completar a meta de cortar 260 pessoas. Os critérios acertados deixaram de ser cumpridos, segundo o diretor do sindicato, Alfredo Gonçalves. "Foram demitidos trabalhadores com mais de 20 anos de empresa, enquanto poucos aposentados e do setor administrativo foram desligados", afirma. (Fonte: Zero Hora, no blog O outro lado da notícia) |
| Qui, 05 de Fevereiro de 2009 17:38 |
|
O Sindicato voltou a cobrar da diretoria do BRB, em particular do presidente do banco, Ricardo Vieira, durante manifestação, na manhã desta quinta-feira (5), em frente ao Edifício Brasília, no Setor Bancário Sul, a implementação imediata das alterações no Plano de Cargos e Salários (PCS), no Programa de Participação nos Resultados (PPR) e na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), conforme proposta entregue pela Comissão Paritária. Fruto do trabalho dessa comissão (composta por integrantes do BRB e do Sindicato) e em torno do qual houve consenso, o projeto está há mais de um mês e meio nas mãos da diretoria da instituição para ser apreciado - contrariando o compromisso assumido por Ricardo Vieira de que ele seria implantado em janeiro último. À época da sua posse, em junho do ano passado, e em reuniões com o sindicato e com os próprios gerentes, o presidente do BRB também assegurara que um novo modelo de PCS entraria em vigor em janeiro de 2009. "Como chefe da diretoria executiva, Ricardo Vieira afirma estar ali para tocar o banco independentemente da decisão política quanto ao futuro da instituição. Ora, a aprovação do novo PCS é ato eminentemente administrativo. Se tem plenos poderes neste âmbito, o presidente do banco já deveria ter cumprido o compromisso", questiona o secretário-geral do sindicato, André Nepomuceno. "Tanta demora leva a indagar se não haveria interferência do GDF a impedir o novo PCS. Neste caso, é responsabilidade do presidente dar uma satisfação clara ao corpo funcionar mostrar coerência enquanto administrador". Somente este ano a diretoria do BRB já adiou a análise do projeto por três vezes seguidas. |
DF: bancários se manifestam pela implantação PCS do BRB
| Qui, 05 de Fevereiro de 2009 17:38 |
|
O Sindicato voltou a cobrar da diretoria do BRB, em particular do presidente do banco, Ricardo Vieira, durante manifestação, na manhã desta quinta-feira (5), em frente ao Edifício Brasília, no Setor Bancário Sul, a implementação imediata das alterações no Plano de Cargos e Salários (PCS), no Programa de Participação nos Resultados (PPR) e na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), conforme proposta entregue pela Comissão Paritária. Fruto do trabalho dessa comissão (composta por integrantes do BRB e do Sindicato) e em torno do qual houve consenso, o projeto está há mais de um mês e meio nas mãos da diretoria da instituição para ser apreciado - contrariando o compromisso assumido por Ricardo Vieira de que ele seria implantado em janeiro último. À época da sua posse, em junho do ano passado, e em reuniões com o sindicato e com os próprios gerentes, o presidente do BRB também assegurara que um novo modelo de PCS entraria em vigor em janeiro de 2009. "Como chefe da diretoria executiva, Ricardo Vieira afirma estar ali para tocar o banco independentemente da decisão política quanto ao futuro da instituição. Ora, a aprovação do novo PCS é ato eminentemente administrativo. Se tem plenos poderes neste âmbito, o presidente do banco já deveria ter cumprido o compromisso", questiona o secretário-geral do sindicato, André Nepomuceno. "Tanta demora leva a indagar se não haveria interferência do GDF a impedir o novo PCS. Neste caso, é responsabilidade do presidente dar uma satisfação clara ao corpo funcionar mostrar coerência enquanto administrador". Somente este ano a diretoria do BRB já adiou a análise do projeto por três vezes seguidas. |