Notícias no estado: DF
Em assembleia realizada na manhã desta terça-feira, 29, os servidores técnico-administrativos da Universidade de Brasília (Unb) decidiu votar a suspensão da greve na próxima terça-feira, 6 de julho. É a primeira vez que a categoria considera o fim da paralisação, que já dura 109 dias. DF: SERVIDORES DA UNB VOTAM FIM DA GREVE PRÓXIMA TERÇA
Em assembleia realizada na manhã desta terça-feira, 29, os servidores técnico-administrativos da Universidade de Brasília (Unb) decidiu votar a suspensão da greve na próxima terça-feira, 6 de julho. É a primeira vez que a categoria considera o fim da paralisação, que já dura 109 dias.
Desde às 08h desta quinta-feira, 10, os policiais civis do Distrito Federal estão com as atividades paralisadas. Uma nova greve de 48 horas foi anunciada ontem (9), depois que o governador Rogério Rosso não conseguiu negociar, junto ao Ministério do Planejamento, o aumento para as categorias de policial federal, civil e militar e bombeiros para 2010.DF: POLICIAIS CIVIS EM GREVE
Desde às 08h desta quinta-feira, 10, os policiais civis do Distrito Federal estão com as atividades paralisadas. Uma nova greve de 48 horas foi anunciada ontem (9), depois que o governador Rogério Rosso não conseguiu negociar, junto ao Ministério do Planejamento, o aumento para as categorias de policial federal, civil e militar e bombeiros para 2010.
Uma reunião realizada entre o governador em exercício do Distrito Federal, Wilson Lima (PR), e representantes sindicais da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros definiu aumentos de 33% até 2012. A proposta depende agora da aprovação do Presidente da República.
DF: BOMBEIROS E POLICIAIS CIVIS E MILITARES PODEM GANHAR REAJUSTE DE 33%
Uma reunião realizada entre o governador em exercício do Distrito Federal, Wilson Lima (PR), e representantes sindicais da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros definiu aumentos de 33% até 2012. A proposta depende agora da aprovação do Presidente da República.
O BRB colocou disponível na intranet desde segunda-feira (15), o termo de opção pelo novo Plano de Cargos e Salários (PCS) do banco.
O Sindicato entende que a escolha é necessária, uma vez que, embora não represente a proposta ideal, o novo PCS contém avanços importantes e todos os bancários têm a ganhar. O trabalhador que não fizer a opção, cujo prazo vai até a sexta-feira 19, ficará em quadro de extinção, sendo excluído de futuras promoções. Alterações apresentadas e discutidas na última hora, em função da demora da diretoria do BRB em apreciar a matéria. Havia ainda a urgência em levar o assunto à avaliação do Consad (Conselho de Administração) e do Conselho de Política de Pessoal do GDF, cujo trâmite poderia demorar muito. Diante das dificuldades, dois pontos fundamentais ainda carecem de acertos: a questão dos gerentes de negócios, com a criação de 5 níveis sem observar a incorporação de 65% do PPR para todos eles - proposta apresentada pelo banco - e a forma de ocupação de cargos de assistente de negócios. O Sindicato já cobrou solução para essas pendências diretamente com o presidente Ricardo Vieira, em audiência, e também protocolou ofício ao diretor de Administração, Sérgio Augusto. Está buscando agora nova audiência com a direção do BRB para tratar dessas questões. "O PCS não é uma obra acabada. Precisa e deve sofrer alterações para melhorar sempre. O banco tem que ter essa sensibilidade", pondera o secretário-geral do Sindicato e funcionário do BRB, André Nepomuceno. A importância do tema ganha fôlego nesse momento de preparação para a Campanha Nacional 2009, já que qualquer impasse será levado para as rodadas de negociações. "Seria de bom-tom a diretoria do BRB resolver essas questões antes da campanha salarial. Uma demonstração de boa vontade, que só tem a contribuir", avalia o secretário de Imprensa do Sindicato e também bancário do BRB, Antonio Eustáquio. (Fonte: Sindicato dos Bancários de Brasília)
O novo PCS é fruto de discussão no âmbito de comissão paritária (formada por integrantes indicados tanto pelo BRB quanto pelo Sindicato), decorrente da Campanha Nacional de 2008, que formulou proposta consensual, posteriormente alterada em alguns aspectos pela direção do banco.
DF: novo PCS do BRB, bancários devem fazer opção, avalia sindicato
O BRB colocou disponível na intranet desde segunda-feira (15), o termo de opção pelo novo Plano de Cargos e Salários (PCS) do banco.
O Sindicato entende que a escolha é necessária, uma vez que, embora não represente a proposta ideal, o novo PCS contém avanços importantes e todos os bancários têm a ganhar. O trabalhador que não fizer a opção, cujo prazo vai até a sexta-feira 19, ficará em quadro de extinção, sendo excluído de futuras promoções. Alterações apresentadas e discutidas na última hora, em função da demora da diretoria do BRB em apreciar a matéria. Havia ainda a urgência em levar o assunto à avaliação do Consad (Conselho de Administração) e do Conselho de Política de Pessoal do GDF, cujo trâmite poderia demorar muito. Diante das dificuldades, dois pontos fundamentais ainda carecem de acertos: a questão dos gerentes de negócios, com a criação de 5 níveis sem observar a incorporação de 65% do PPR para todos eles - proposta apresentada pelo banco - e a forma de ocupação de cargos de assistente de negócios. O Sindicato já cobrou solução para essas pendências diretamente com o presidente Ricardo Vieira, em audiência, e também protocolou ofício ao diretor de Administração, Sérgio Augusto. Está buscando agora nova audiência com a direção do BRB para tratar dessas questões. "O PCS não é uma obra acabada. Precisa e deve sofrer alterações para melhorar sempre. O banco tem que ter essa sensibilidade", pondera o secretário-geral do Sindicato e funcionário do BRB, André Nepomuceno. A importância do tema ganha fôlego nesse momento de preparação para a Campanha Nacional 2009, já que qualquer impasse será levado para as rodadas de negociações. "Seria de bom-tom a diretoria do BRB resolver essas questões antes da campanha salarial. Uma demonstração de boa vontade, que só tem a contribuir", avalia o secretário de Imprensa do Sindicato e também bancário do BRB, Antonio Eustáquio. (Fonte: Sindicato dos Bancários de Brasília)
O novo PCS é fruto de discussão no âmbito de comissão paritária (formada por integrantes indicados tanto pelo BRB quanto pelo Sindicato), decorrente da Campanha Nacional de 2008, que formulou proposta consensual, posteriormente alterada em alguns aspectos pela direção do banco.
Os médicos da União que trabalham no Distrito Federal, que exerçam atividade insalubre, terão direito à aposentadoria especial.
A ministra Ellen Gracie, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu o benefício aos médicos sindicalizados. Gracie julgou procedente mandado de injunção impetrado pelo Sindicato dos Médicos do Distrito Federal (SindMédico/DF) no qual pleiteava o benefício. Tecnicamente cabe recurso, mas como o STF já pacificou a decisão, dificilmente ela será modificada. No mês passado, o STF decidiu permitir que os pedidos de aposentadoria de servidores públicos que trabalham em condições insalubres e de periculosidade sejam concedidas de acordo com as regras do artigo 57 da Lei 8.213/91, que regulamenta a aposentadoria especial de celetistas. (Fonte: Jornal de Brasília)
DF: aposentadoria especial para médicos sindicalizados, decide STF
Os médicos da União que trabalham no Distrito Federal, que exerçam atividade insalubre, terão direito à aposentadoria especial.
A ministra Ellen Gracie, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu o benefício aos médicos sindicalizados. Gracie julgou procedente mandado de injunção impetrado pelo Sindicato dos Médicos do Distrito Federal (SindMédico/DF) no qual pleiteava o benefício. Tecnicamente cabe recurso, mas como o STF já pacificou a decisão, dificilmente ela será modificada. No mês passado, o STF decidiu permitir que os pedidos de aposentadoria de servidores públicos que trabalham em condições insalubres e de periculosidade sejam concedidas de acordo com as regras do artigo 57 da Lei 8.213/91, que regulamenta a aposentadoria especial de celetistas. (Fonte: Jornal de Brasília)
Mais de 5 mil trabalhadores se reuniram em manifestação na última quinta-feira (16), na Esplanada dos Ministérios em prol da manutenção dos empregos, na área de manipulação do amianto, na cidade de Minaçu (GO), onde está localizada a única mina do País.
Calixto destacou ainda que seria um suicida se defendesse um produto que fizesse mal aos trabalhadores do setor. A NCST foi uma das organizadoras da manifestação.
Trabalhadores do setor de amianto aproveitaram o Dia Internacional da União dos Trabalhadores do Amianto para defender o uso do crisotila, fibra mineral utilizada no Brasil para a produção de telhas e caixas d'água.
Para o presidente da Nova Central, Jose Calixto Ramos, o amianto, se manuseado de forma adequada não é prejudicial à saúde.
DF: Nova Central Sindical faz ato em defesa o uso controlado do amianto
Mais de 5 mil trabalhadores se reuniram em manifestação na última quinta-feira (16), na Esplanada dos Ministérios em prol da manutenção dos empregos, na área de manipulação do amianto, na cidade de Minaçu (GO), onde está localizada a única mina do País.
Calixto destacou ainda que seria um suicida se defendesse um produto que fizesse mal aos trabalhadores do setor. A NCST foi uma das organizadoras da manifestação.
Trabalhadores do setor de amianto aproveitaram o Dia Internacional da União dos Trabalhadores do Amianto para defender o uso do crisotila, fibra mineral utilizada no Brasil para a produção de telhas e caixas d'água.
Para o presidente da Nova Central, Jose Calixto Ramos, o amianto, se manuseado de forma adequada não é prejudicial à saúde.
Os empregados das empresas de transporte de valores pararam por sete horas na manhã desta segunda-feira (13). De acordo com o sindicato da categoria, cerca de 800 trabalhadores brasilienses que atuam nos carros fortes cruzaram os braços das 5h às 12h.
A categoria reivindica gratificação de 30% de periculosidade, além de melhores condições de trabalho. "Os vigilantes precisam passar por dentro das agências, o que coloca em risco tanto os trabalhadores quanto os clientes". Os trabalhadores também são contrários à implantação do malote eletrônico, que reduziria de quatro para dois o número de vigilantes. "Os malotes passariam a ser transportados em carros leves e sem blindagem", explica Neves. Ele garante que outras paralisações estão sendo planejadas e não descarta a possibilidade de os trabalhadores entrarem em greve. "Foi uma paralisação de alerta, haverá outras até que as reivindicações sejam atendidas". Fonte: Diap
E segue: "Precisamos de uma entrada específica", diz Carlos José das Neves, presidente do Sindicato dos Empregados em Empresas de Segurança e Vigilância do Distrito Federal (Sindesv-DF).
DF: trabalhadores das empresas de transporte de valores pararam
Os empregados das empresas de transporte de valores pararam por sete horas na manhã desta segunda-feira (13). De acordo com o sindicato da categoria, cerca de 800 trabalhadores brasilienses que atuam nos carros fortes cruzaram os braços das 5h às 12h.
A categoria reivindica gratificação de 30% de periculosidade, além de melhores condições de trabalho. "Os vigilantes precisam passar por dentro das agências, o que coloca em risco tanto os trabalhadores quanto os clientes". Os trabalhadores também são contrários à implantação do malote eletrônico, que reduziria de quatro para dois o número de vigilantes. "Os malotes passariam a ser transportados em carros leves e sem blindagem", explica Neves. Ele garante que outras paralisações estão sendo planejadas e não descarta a possibilidade de os trabalhadores entrarem em greve. "Foi uma paralisação de alerta, haverá outras até que as reivindicações sejam atendidas". Fonte: Diap
E segue: "Precisamos de uma entrada específica", diz Carlos José das Neves, presidente do Sindicato dos Empregados em Empresas de Segurança e Vigilância do Distrito Federal (Sindesv-DF).
Cerca de oito mil professores da rede pública de ensino do Distrito Federal se reuniram mais uma vez em frente ao Centro Administrativo do GDF (Buritinga), em assembléia geral, na última terça-feira (7).
Com a aprovação do PL 1.180, do governador Arruda, a situação da categoria fica ainda mais crítica. Judicialmente condicionados ao arrocho salarial, a categoria atua firmemente para garantir o reajuste salarial de 15,31%. "A greve não tem a intenção de prejudicar a sociedade, muito pelo contrário. Nós precisamos da ajuda dela para garantir que nosso direito seja cumprido", afirmou Antônio Lisboa, dirigente do Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro/DF). Nesta quarta-feira (15), às 9h30, os professores realizam nova assembléia, em frente ao Buritinga. No encontro, serão definidas as lutas da categoria, que entra em greve. 15,31% é lei Em 2009, a proposta orçamentária enviada pelo governo federal ao Congresso Nacional previu para o Fundo Constitucional do DF um montante que corresponde a um reajuste de 19,98% sobre o repasse do Fundo em 2008. Este era o percentual reivindicado pela categoria. Entretanto, houve redução nos números do Fundo, devido a inserção de taxas como, por exemplo, o Fundeb (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação). Entretanto, com a aprovação do projeto pela Câmara Distrial, o aumento dos salários dos servidores públicos do GDF fica submetidos a avaliação de uma comissão composta por três representantes do Executivo, três do Legislativo e três dos trabalhadores.
Desta vez, o grito dos trabalhadores não só alertou o governo sobre um processo de paralisação geral, mas decretou greve por tempo indeterminado a partir de hoje (13).
Ainda em 2008, foi assegurado por lei que o reajuste salarial dos professores em 2009 e 2010 seria corrigido com índices, no mínimo, iguais ao Fundo Constitucional do DF.
Com a correção do percentual, os professores passaram a reivindicar reajuste salarial de 15,31%, que continua seguindo o número de crescimento do Fundo Constitucional.
Com isso, não se sabe ao certo quando o trabalhador poderá contar com acréscimo salarial. (Fonte: Sinpro/DF)
DF: professores da rede pública param por tempo indeterminado
Cerca de oito mil professores da rede pública de ensino do Distrito Federal se reuniram mais uma vez em frente ao Centro Administrativo do GDF (Buritinga), em assembléia geral, na última terça-feira (7).
Com a aprovação do PL 1.180, do governador Arruda, a situação da categoria fica ainda mais crítica. Judicialmente condicionados ao arrocho salarial, a categoria atua firmemente para garantir o reajuste salarial de 15,31%. "A greve não tem a intenção de prejudicar a sociedade, muito pelo contrário. Nós precisamos da ajuda dela para garantir que nosso direito seja cumprido", afirmou Antônio Lisboa, dirigente do Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro/DF). Nesta quarta-feira (15), às 9h30, os professores realizam nova assembléia, em frente ao Buritinga. No encontro, serão definidas as lutas da categoria, que entra em greve. 15,31% é lei Em 2009, a proposta orçamentária enviada pelo governo federal ao Congresso Nacional previu para o Fundo Constitucional do DF um montante que corresponde a um reajuste de 19,98% sobre o repasse do Fundo em 2008. Este era o percentual reivindicado pela categoria. Entretanto, houve redução nos números do Fundo, devido a inserção de taxas como, por exemplo, o Fundeb (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação). Entretanto, com a aprovação do projeto pela Câmara Distrial, o aumento dos salários dos servidores públicos do GDF fica submetidos a avaliação de uma comissão composta por três representantes do Executivo, três do Legislativo e três dos trabalhadores.
Desta vez, o grito dos trabalhadores não só alertou o governo sobre um processo de paralisação geral, mas decretou greve por tempo indeterminado a partir de hoje (13).
Ainda em 2008, foi assegurado por lei que o reajuste salarial dos professores em 2009 e 2010 seria corrigido com índices, no mínimo, iguais ao Fundo Constitucional do DF.
Com a correção do percentual, os professores passaram a reivindicar reajuste salarial de 15,31%, que continua seguindo o número de crescimento do Fundo Constitucional.
Com isso, não se sabe ao certo quando o trabalhador poderá contar com acréscimo salarial. (Fonte: Sinpro/DF)
Em congresso realizado, nesta quarta-feira (25), a Força Sindical formalizou a fundação da entidade no Distrito Federal. Em Brasília, a central será presidida pelo dirigente sindical Epaminondas Lino de Jesus, que é superintendente do DIAP e coordenador do Dieese no DF e, também, da diretoria do Sindaf.
A solenidade em Brasília contou com a presença do presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT/SP), do deputado federal João Dado (PDT/SP) e do secretário de Políticas de Emprego do Ministério do Trabalho, Ezequiel Nascimento, representando o ministro Carlos Lupi. O presidente da Força Sindical falou da satisfação em participar da maior reunião da central em Brasília. "O DF era a única unidade federativa que ainda não havia criado base da Força, que hoje reúne 1.400 sindicatos filiados em todo País", relatou Paulinho. Luta conjunta O parlamentar lembrou as lutas na tramitação da reforma da Previdência, na definição da política de aumento real do salário mínimo até 2023, na regulamentação do trabalho aos domingos, no reconhecimento legal das centrais, entre várias iniciativas. Paulinho alertou aos presentes que o momento é de resistência, "porque a pauta do Congresso nesta sessão legislativa poderá ser influenciada negativamente pela crise, com prejuízo aos trabalhadores, uma vez que projetos como o da terceirização ganham fôlego". Atuação no Congresso O secretário de Políticas de Emprego do MTE, Ezequiel Nascimento, criticou a postura de alguns empresários que aproveitam o cenário de crise para propor acordos desfavoráveis ao trabalhador e para demitir em massa. "A organização dos trabalhadores é imprescindível para banir essas atitudes". Direção em Brasília O dirigente disse que o evento de hoje é histórico porque "a criação da Força em Brasília atende à antiga demanda dos sindicatos filiados. A partir de agora, vamos trabalhar redobrado para aglutinar o maior número possível de entidades sindicais do DF". E acrescentou: "Esse é nosso principal desafio". Estar baseado em Brasília, segundo o sindicalista, também é importante porque "os atos ocorridos aqui acabam gerando grande repercussão nacional". O presidente da Força Sindical no DF declarou ainda que vai dar prioridade às medidas para fortalecer a unidade do movimento sindical por meio da atuação conjunta das centrais sindicais.
Mesmo sem a seccional em Brasília, entretanto, Paulinho ressaltou que a Força Sindical, em conjunto com as outras centrais sindicais, vem atuando decisivamente nas instâncias dos poderes públicos, em especial no Legislativo.
O deputado João Dado reforçou a importância da atuação das centrais no Congresso Nacional para defender os interesses dos trabalhadores. Ele destacou o papel do presidente da Força Sindical na batalha contra a Emenda 3 do projeto da Super-Receita, que precariza as relações de trabalho.
O Congresso de Brasília elegeu Epaminondas Lino de Jesus para presidir a seccional da Força no Distrito Federal. Epaminondas é diretor do Sindaf - Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência Social e Formação Profissional do DF.
DF: entidades sindicais fundam Força Sindical em Brasília
Em congresso realizado, nesta quarta-feira (25), a Força Sindical formalizou a fundação da entidade no Distrito Federal. Em Brasília, a central será presidida pelo dirigente sindical Epaminondas Lino de Jesus, que é superintendente do DIAP e coordenador do Dieese no DF e, também, da diretoria do Sindaf.
A solenidade em Brasília contou com a presença do presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT/SP), do deputado federal João Dado (PDT/SP) e do secretário de Políticas de Emprego do Ministério do Trabalho, Ezequiel Nascimento, representando o ministro Carlos Lupi. O presidente da Força Sindical falou da satisfação em participar da maior reunião da central em Brasília. "O DF era a única unidade federativa que ainda não havia criado base da Força, que hoje reúne 1.400 sindicatos filiados em todo País", relatou Paulinho. Luta conjunta O parlamentar lembrou as lutas na tramitação da reforma da Previdência, na definição da política de aumento real do salário mínimo até 2023, na regulamentação do trabalho aos domingos, no reconhecimento legal das centrais, entre várias iniciativas. Paulinho alertou aos presentes que o momento é de resistência, "porque a pauta do Congresso nesta sessão legislativa poderá ser influenciada negativamente pela crise, com prejuízo aos trabalhadores, uma vez que projetos como o da terceirização ganham fôlego". Atuação no Congresso O secretário de Políticas de Emprego do MTE, Ezequiel Nascimento, criticou a postura de alguns empresários que aproveitam o cenário de crise para propor acordos desfavoráveis ao trabalhador e para demitir em massa. "A organização dos trabalhadores é imprescindível para banir essas atitudes". Direção em Brasília O dirigente disse que o evento de hoje é histórico porque "a criação da Força em Brasília atende à antiga demanda dos sindicatos filiados. A partir de agora, vamos trabalhar redobrado para aglutinar o maior número possível de entidades sindicais do DF". E acrescentou: "Esse é nosso principal desafio". Estar baseado em Brasília, segundo o sindicalista, também é importante porque "os atos ocorridos aqui acabam gerando grande repercussão nacional". O presidente da Força Sindical no DF declarou ainda que vai dar prioridade às medidas para fortalecer a unidade do movimento sindical por meio da atuação conjunta das centrais sindicais.
Mesmo sem a seccional em Brasília, entretanto, Paulinho ressaltou que a Força Sindical, em conjunto com as outras centrais sindicais, vem atuando decisivamente nas instâncias dos poderes públicos, em especial no Legislativo.
O deputado João Dado reforçou a importância da atuação das centrais no Congresso Nacional para defender os interesses dos trabalhadores. Ele destacou o papel do presidente da Força Sindical na batalha contra a Emenda 3 do projeto da Super-Receita, que precariza as relações de trabalho.
O Congresso de Brasília elegeu Epaminondas Lino de Jesus para presidir a seccional da Força no Distrito Federal. Epaminondas é diretor do Sindaf - Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência Social e Formação Profissional do DF.
"reportagem" publicada, neste domingo (8), pelo Correio Braziliense (DF) agride todos os manuais do bom jornalismo e joga sobre os professores a pecha de criminosos, caso eles façam uma greve para fazer valer os seus direitos.
O diretor de imprensa do Sinpro, Antônio Lisboa, concedeu no sábado (7) uma entrevista de quase 40 minutos ao Correio Braziliense.
"É verdade que a repórter estava mais direcionada a perguntar sobre os custos da festa de 30 anos do Sinpro, mas o diretor explicou e buscou o tempo todo falar sobre os motivos da mobilização da categoria", ironiza Lisboa
"Não publicaram nenhuma linha do que foi explicado ao repórter. Infelizmente, essa recusa em nos ouvir não é uma prerrogativa apenas do Correio. Convocamos uma entrevista coletiva na terça-feira passada para apresentarmos os dados da pesquisa do Dieese, mas como se combinados, nenhum órgão de imprensa compareceu", comentou.
Indignação
"Os professores estão justamente indignados com a reportagem e devem rechaçar as tentativas de descaracterizar a nossa luta, nos chamando de irresponsáveis e criminosos. Essa é apenas uma mostra das forças que estão em jogo neste momento e por este motivo é que alertamos: é preciso que estejamos bastante atentos para defender nossos direitos", enfatizou o diretor do Sinpro.
"É apenas o começo dos ataques que sofreremos. Por isso, companheiros, consideramos que a única resposta que podemos dar a esse desrespeito é comparecer em peso ao ato, para mostrar ao governo que não nos intimidamos, porque sabemos que lutamos uma luta justa, pois a única coisa que queremos é ver cumprida uma lei", completou.
Leia a íntegra da carta do sindicato ao Correio:
"Ouvir o outro lado, regra básica
O Sindicato dos Professores manifesta sua mais total indignação com a forma desrespeitosa utilizada pelo Correio Braziliense para tratar da campanha salarial dos professores na edição do último domingo.
Em nosso entendimento, o jornal descumpriu a regra básica do bom jornalismo, a de ouvir os dois lados envolvidos no assunto em pauta. Desde o início da semana passada temos buscado a imprensa para mostrar os dados técnicos que embasam as nossas reivindicações, mas não somos ouvidos.
Já repassamos à imprensa o estudo técnico elaborado pelo Dieese que comprova a viabilidade do reajuste. Explicamos mais de uma vez que ele faz parte de uma lei aprovada pela Câmara Legislativa e sancionada pelo governador, e é diferenciado na perspectiva de começar a construir a isonomia salarial dos professores com outras categorias de nível superior do GDF.
Não apenas os professores do DF não têm os mais altos salários do País, como as outras carreiras, em relação a outras unidades da Federação, também não têm os maiores salários. Aqui no DF a carreira de professor está no 19° lugar entre 23 carreiras de mesmo nível do quadro de pessoal do DF.
Além de não nos ouvir, o Correio deixou de checar os dados apresentados pelo GDF. Há uma série de incorreções que podem ser facilmente desmontadas por dados do próprio Sistema Integrado de Gestão Governamental do DF (Siggo), inclusive no que diz respeito à arrecadação e à aplicação dos recursos.
Ao invés de checar os dados, de confrontar as informações dos dois lados, o Correio preferiu acusar os professores de criminosos, caso exerçam o direito constitucional de fazer uma greve para reivindicar seus direitos e para garantir que o GDF cumpra uma lei.
Diretoria Colegiada do Sindicato dos Professores"
DF: Sinpro contesta matéria do Correio e explica razões do movimento
"reportagem" publicada, neste domingo (8), pelo Correio Braziliense (DF) agride todos os manuais do bom jornalismo e joga sobre os professores a pecha de criminosos, caso eles façam uma greve para fazer valer os seus direitos.
O diretor de imprensa do Sinpro, Antônio Lisboa, concedeu no sábado (7) uma entrevista de quase 40 minutos ao Correio Braziliense.
"É verdade que a repórter estava mais direcionada a perguntar sobre os custos da festa de 30 anos do Sinpro, mas o diretor explicou e buscou o tempo todo falar sobre os motivos da mobilização da categoria", ironiza Lisboa
"Não publicaram nenhuma linha do que foi explicado ao repórter. Infelizmente, essa recusa em nos ouvir não é uma prerrogativa apenas do Correio. Convocamos uma entrevista coletiva na terça-feira passada para apresentarmos os dados da pesquisa do Dieese, mas como se combinados, nenhum órgão de imprensa compareceu", comentou.
Indignação
"Os professores estão justamente indignados com a reportagem e devem rechaçar as tentativas de descaracterizar a nossa luta, nos chamando de irresponsáveis e criminosos. Essa é apenas uma mostra das forças que estão em jogo neste momento e por este motivo é que alertamos: é preciso que estejamos bastante atentos para defender nossos direitos", enfatizou o diretor do Sinpro.
"É apenas o começo dos ataques que sofreremos. Por isso, companheiros, consideramos que a única resposta que podemos dar a esse desrespeito é comparecer em peso ao ato, para mostrar ao governo que não nos intimidamos, porque sabemos que lutamos uma luta justa, pois a única coisa que queremos é ver cumprida uma lei", completou.
Leia a íntegra da carta do sindicato ao Correio:
"Ouvir o outro lado, regra básica
O Sindicato dos Professores manifesta sua mais total indignação com a forma desrespeitosa utilizada pelo Correio Braziliense para tratar da campanha salarial dos professores na edição do último domingo.
Em nosso entendimento, o jornal descumpriu a regra básica do bom jornalismo, a de ouvir os dois lados envolvidos no assunto em pauta. Desde o início da semana passada temos buscado a imprensa para mostrar os dados técnicos que embasam as nossas reivindicações, mas não somos ouvidos.
Já repassamos à imprensa o estudo técnico elaborado pelo Dieese que comprova a viabilidade do reajuste. Explicamos mais de uma vez que ele faz parte de uma lei aprovada pela Câmara Legislativa e sancionada pelo governador, e é diferenciado na perspectiva de começar a construir a isonomia salarial dos professores com outras categorias de nível superior do GDF.
Não apenas os professores do DF não têm os mais altos salários do País, como as outras carreiras, em relação a outras unidades da Federação, também não têm os maiores salários. Aqui no DF a carreira de professor está no 19° lugar entre 23 carreiras de mesmo nível do quadro de pessoal do DF.
Além de não nos ouvir, o Correio deixou de checar os dados apresentados pelo GDF. Há uma série de incorreções que podem ser facilmente desmontadas por dados do próprio Sistema Integrado de Gestão Governamental do DF (Siggo), inclusive no que diz respeito à arrecadação e à aplicação dos recursos.
Ao invés de checar os dados, de confrontar as informações dos dois lados, o Correio preferiu acusar os professores de criminosos, caso exerçam o direito constitucional de fazer uma greve para reivindicar seus direitos e para garantir que o GDF cumpra uma lei.
Diretoria Colegiada do Sindicato dos Professores"